Rússia afirma que Ucrânia deve se manter neutra | Notícias e análises internacionais mais importantes do dia | DW | 28.01.2015
  1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages

Mundo

Rússia afirma que Ucrânia deve se manter neutra

Ministro do Exterior diz que neutralidade é necessária para evitar novas divisões no país, que renunciou ao status de não alinhado. Enquanto isso, EUA dizem estar dispostos a acirrar sanções contra Moscou.

default

Ministro do Exterior russo, Serguei Lavrov

O ministro do Exterior russo, Serguei Lavrov, afirmou nesta quarta-feira (28/01) que a Ucrânia precisa preservar sua neutralidade para evitar novas divisões no país, segundo a agência de notícias Interfax.

"Para evitar futuras cisões na Ucrânia, é importante que o país mantenha seu status de neutralidade", disse Lavrov.

Desde a deposição no ano passado de Viktor Yanukovytch, ex-presidente apoiado por Moscou, a liderança ucraniana vem buscando uma adesão à Otan. Tendo isso em vista, o Parlamento em Kiev aprovou em dezembro último a renúncia do país ao seu status de não alinhado.

Novas sanções

Enquanto isso, os Estados Unidos estão dispostos a acirrar as sanções contra Moscou, afirmou o secretário do Tesouro americano, Jack Lew, durante a assinatura de um empréstimo de 2 bilhões de dólares a Kiev, nesta quarta-feira.

Depois da assinatura do empréstimo junto à ministra ucraniana das Finanças, Natalia Yaresko, Lew disse que o apoio russo aos separatistas no leste da Ucrânia levou os EUA e a União Europeia a impor sanções contra a Rússia.

Num telefonema realizado nesta terça-feira, a chanceler federal da Alemanha, Angela Merkel, e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, concordaram sobre a necessidade de um "robusto apoio financeiro" para ajudar a estabilizar a Ucrânia.

Nesta quinta-feira, os ministros do Exterior da União Europeia deverão pedir à Comissão Europeia que prepare novas sanções contra Moscou. Uma decisão final, no entanto, só deverá ser tomada durante a cúpula dos líderes da UE a se realizar em 12 de fevereiro.

CA/rtr/dpa

Leia mais