Quase 20% da população alemã têm histórico de migração | Notícias sobre política, economia e sociedade da Alemanha | DW | 27.11.2008
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Alemanha

Quase 20% da população alemã têm histórico de migração

Subiu de 18,4% para 18,7% em 2007 a parcela de habitantes da Alemanha com histórico de migração. Ao mesmo tempo, baixou levemente a quantidade de estrangeiros no país.

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Aumenta número de alemães com ascendência estrangeira

Quase um quinto da população alemã descende de imigrantes e o desemprego entre eles é cada vez menor. Estas são as principais conclusões do relatório divulgado nesta semana pelo Departamento Federal de Estatísticas (Destatis), de Wiesbaden. Segundo o estudo, em 2007 era de 18,7% a parcela da população da Alemanha com histórico de migração. Em 2006, esta cota havia sido de 18,4%.

No ano passado, viviam na Alemanha 7,3 milhões de estrangeiros, o que corresponde a 8,9% da população do país. Já a quantidade de alemães descendentes de imigrantes era de 8,1 milhões, ou 9,9%.

Deutschland Ausländer Bleiberecht Symbolbild

Mãe de ascendência estrangeira acompanha crianças à escola

Em comparação a 2006, isso significa uma diminuição de 20 mil na quantidade de estrangeiros na Alemanha e um crescimento de 287 mil na quantidade de alemães descendentes de imigrantes. A parcela da população com histórico de migração é composta pelos estrangeiros que vieram para a Alemanha a partir de 1950 e seus descendentes.

Enquanto a quantidade de habitantes com histórico migratório cresceu para 15,4 milhões de pessoas em 2007 (18,7%), a população total do país diminuiu de 82,4 milhões para 82,3 milhões.

Chances no mercado de trabalho

O relatório do Destatis revelou ainda que as pessoas com histórico de migração lucraram com o desenvolvimento positivo do mercado de trabalho na Alemanha em 2007. Segundo o microcenso, o número de desempregados entre elas diminuiu 178 mil em relação a 2006.

Billigjobs Arbeiter in Deutschland

Sem formação profissional, imigrantes assumem trabalhos de baixa remuneração

Por outro lado, os números mostram que, na faixa entre 25 e 65 anos, a cota de desempregados entre estrangeiros e seus descendentes é de 14%, praticamente o dobro da cota de desempregados entre os habitantes que não possuem histórico de migração.

Uma das razões para isso, segundo o relatório, é a falta de certificado de conclusão escolar, muito mais freqüente entre as pessoas com histórico de migração (12,6%). Na média da população alemã, o percentual é de 1,6%. Um certificado de qualificação profissional falta a 58% deles. Além disso, uma quantidade acima da média de pessoas deste grupo tem empregos mal remunerados.

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