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Economia

Quanta responsabilidade social devem ter as empresas?

Ministros do Trabalho do G8 discutem as conseqüências da globalização e responsabilidade social empresarial (CSR) em Dresden. Como a CSR é implementada nas diferentes regiões do mundo? Veja uma comparação de DW-WORLD.

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Trabalho infantil: sinal de irresponsabilidade social?

Os ministros do Trabalho dos países do G8 discutem em Dresden (de domingo a terça-feira, 06-08/05) as conseqüências sociais da globalização e a responsabilidade social das empresas.

A DW-WORLD fez uma comparação internacional sobre CSR ( corporate social responsability ):

Alemanha

Gewerkschaften geben sich kämpferisch

Protestos em Leipzig contra cortes na área social

A Alemanha tem um bom nome a perder. Existe uma velha tradição de que as empresas devem se preocupar com a situação das pessoas no país. Firmas com motivação cristã ou ética viam como sua obrigação, no século 19, garantir não só o salário, mas também aposentadoria e outros benefícios sociais aos trabalhadores.

Após a Segunda Guerra Mundial, durante o milagre econômico, a economia de mercado recebeu o atributo "social". E foi ancorado na Constituição o princípio de que a propriedade gera obrigações e que seu uso deve servir ao bem comum. Assim surgiu o "modelo alemão" – um diálogo aberto e vivo entre empresas, associações, sindicatos e políticos.

A imagem da economia alemã, no entanto, sofreu sérios arranhões nos últimos anos. Em 2006, apenas 32% dos habitantes do oeste (no Leste, apenas 18%) tinham uma opinião positiva sobre o sistema econômico alemão.

Graças à globalização, o tema CSR cruzou todas as fronteiras e voltou a se tornar imprescindível para empresas alemãs, embora ainda haja problemas na implementação. Isso apesar de muitas universidades pesquisarem sobre o assunto, dezenas de agências de publicidade assessorem as empresas no sentido de que digam efetivamente que fazem de bom.

Agora o governo colocou o tema em sua agenda e pretende pressionar as cerca de três milhões de empresas do país a se engajarem mais em atividades sociais e ecológicas. Esse processo deve desembocar numa auto-obrigação das empresas ou numa lei sobre CSR.

Kay-Alexander Scholz

Estados Unidos

A idéia de que as firmas têm uma responsabilidade não ligada à geração de lucros ou aos interesses dos acionistas é bastante difundida e controvertida nos EUA. Muitas empresas defendem a opinião de que firmas privadas não só devem oferecer as condições de trabalho previstas em lei mas também se empenhar pelo bem comum e pelo meio ambiente.

Outras empresas defendem que as empresas se concentrem apenas em seus negócios para gerar o máximo de empregos, o que também contribui para o bem-estar social. Mas há interseções entre as duas opiniões. Por exemplo, empresas que se engajam em atividades sociais ganham benefícios fiscais.

Sean Sinico

Continue lendo: CSR na América Latina, no Brasil e nos países árabes

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