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Economia

Químicos alemães obtêm aumento de 3,6%

Fechado o primeiro grande acordo coletivo de 2002 na Alemanha. Metalúrgicos fazem paralisações de advertência e suspendem negociações.

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Metalúrgicos em greve de advertência

O primeiro grande acordo coletivo da indústria alemã em 2002 foi fechado nesta quinta-feira (18),em Lahnstein, no Estado da Renânia Palatinado. Ao final de uma rodada de negociações de dois dias, os 570 mil químicos do leste alemão obtiveram um aumento salarial de 3,6%.

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Carbonífera, Química e Energética (IG BCE), Hubertus Schmoldt, o acordo poderá facilitar outras negociações salariais em outros setores.

O acordo coletivo dos químicos abrange essencialmente três componentes: um aumento de 3,3% os salários de doze meses; uma gratificação de 85 euros meses para um mês adicional; mais 0,3% por conta da modernização do acordo coletivo nacional, em vigor desde 1987. "O aumento total, portanto, é de 3,6%", informou o IG BCE.

Metalúrgicos - Já as negociações entre os empresários e os sindicatos dos metalúrgicos (IG Metall e Gesamtmetall) foram suspensas, na tarde desta quinta-feira, em Ludwigsburg (Baden-Württemberg), com previsão de serem retomadas à noite. Os 3,6 milhões de metalúrgicos alemães reivindicam um aumento salarial de 6,5%. As empresas oferecem apenas 2,0%.

O IG Metall espera uma proposta definitiva dos empregadores até este sábado (20). Se não houver acordo, os metalúrgicos decidirão, na próxima semana, se entram ou não em greve por tempo indeterminado. Nesta quinta-feira, 135 mil trabalhadores do setor participaram das paralisações de advertência realizadas desde o início das negociações, há duas semanas, para forçar o atendimento de suas reivindicações.

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