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Brasil

Protestos pró-Dilma levam milhares às ruas

Três dias após manifestações pró-impeachment, movimentos sociais e sindicatos defendem presidente e pedem a saída de Eduardo Cunha. No entanto, manifestantes também têm reclamações ao governo federal.

Milhares de manifestantes favoráveis à presidente Dilma Rousseff saíram às ruas, nesta quarta-feira (16/12) em pelo menos 20 estados, além do Distrito Federal, para protestar contra o pedido de impeachment e contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

Os atos, que ocorreram em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Salvador, foram convocados por movimentos sociais e sindicatos, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Apesar de serem contra o "impeachment", os manifestantes também se opõem ao ajuste fiscal e às medidas de austeridade propostas pelo governo federal para superar a crise econômica.

Os manifestantes pedem a destituição de Eduardo Cunha da presidência da Câmara dos Deputados, devido à investigação da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF), que o acusam de ter recebido suborno sobre contratos da Petrobras e enviado o dinheiro a contas na Suíça. Eduardo Cunha foi quem acolheu o pedido de impeachment contra Dilma na Câmara dos Deputados.

Segundo os organizadores, citados pela Folha de S. Paulo, o protesto na cidade de Salvador reuniu 4 mil pessoas, o de Manaus, 1.200 e os de Goiânia e Brasília, 2 mil cada. A manifestação em São Paulo fechou parte da Avenida Paulista, mas não teve números oficiais de participantes divulgados. Segundo o instituto Datafolha, aproximadamente 55 mil pessoas estiveram no protesto na capital paulista.

Os protestos desta quarta-feira se contrapõem aos protestos ocorridos no último domingo, que também reuniram milhares de pessoas defendendo o impeachment de Dilma Rousseff.

PV/lusa/ots

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