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América Latina

Protestos pedem libertação de opositor venezuelano

Em manifestações pacíficas, centenas vão às ruas de cidades na Venezuela e exterior para exigir a liberação de Leopoldo López e a participação maciça da população do país nas eleições parlamentares de 6 de dezembro.

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Simpatizantes da Mesa da Unidade Democrática (MUD) participam da manifestação em Caracas

Centenas de pessoas foram às ruas neste sábado (19/09) em várias cidades da Venezuela e no exterior para exigir a liberdade do opositor venezuelano Leopoldo López, condenado a quase 14 anos de prisão em 10 de setembro último. As manifestações, também contra o governo do país, se deram de forma pacífica.

Na Venezuela, centenas de cidadãos se mobilizaram nas principais cidades em solidariedade ao fundador do Partido Vontade Popular, em rejeição ao governo do presidente Nicolás Maduro e, ainda, para pedir a participação maciça dos venezuelanos nas eleições parlamentares de 6 de dezembro.

A oposição venezuelana concentrou suas forças em algumas cidades, como na capital Caracas; em Valencia e Maracay, localizadas no centro; Maracaibo, San Cristóbal e Mérida, no oeste; em Puerto Ordaz e Ciudad Guayana, no sul; e Barcelona e Cumaná, no leste do país.

"Estamos nas ruas exercendo nossos direitos pela liberdade de nossos presos políticos e por nossos exilados", escreveu Lilian Tintori, esposa de López, em sua conta no Twitter. Ela acrescentou, ainda, que "hoje começa a marcha pacífica e democrática para libertar Leopoldo, nossos presos políticos e toda a Venezuela".

Além de atender ao chamado a favor de López e da aliança de partidos Mesa da Unidade Democrática (MUD), que agrupa a oposição venezuelana, os manifestantes questionaram a juíza Susana Barreiros por sentenciar o dirigente a 13 anos e nove meses de prisão pela violência que ocorreu após uma marcha contra o governo em fevereiro de 2014.

Fora da Venezuela, houve também protestos organizados em pelo menos 40 cidades. Cerca de 300 pessoas, a maioria venezuelanos, participaram de uma marcha em Madri.

Em Washington, uma centena de pessoas se reuniu em nome de uma "Venezuela livre" perto da estátua de Simón Bolívar. Em Montevidéu, em frente à sede do Mercosul, registrou-se a presença de 50 pessoas em defesa dos direitos humanos na Venezuela.

FC/efe/lusa/rtr/ap

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