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Mundo

Protestos não perturbam a cúpula da UE em Bruxelas

O protesto anti-globalização não logrou perturbar a conferência de cúpula da União Européia, realizada no palácio de Laeken, nos subúrbios de Bruxelas.

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Um dos manifestantes erguendo barricada para enfrentar a polícia belga

Uma grande manifestação contra a globalização tomou as ruas de Bruxelas neste final de semana, por ocasião da conferência dos chefes de Estado e de governo dos 15 países-membros no castelo de Laeken, na capital belga. Vidraças destruídas, carros depredados, um deles com antenas parabólicas, e slogans do tipo "sem guerra, mas com luta de classes", os manifestantes provocaram intensos distúrbios no centro da cidade. A polícia efetuou dezenas prisões, entre as quais, de 40 manifestantes alemães. Não há registro de feridos.

Os líderes do movimento anti-globalização negam que a marcha tenha sido organizada por eles e responsabilizam os anarquistas. Segundo dados da polícia, aproximadamente 12 mil manifestantes participaram dos distúrbios na região central da capital, na sexta-feira (14). A força policial armou um esquema de segurança com mais de 3 mil homens, evitando que o protesto atingisse a região do castelo de Laeken.

Volta para a Alemanha

Na sexta.feira, a polícia belga deteve quase uma centena de manifestantes alemães anti-globalização em Liége, a uma hora da fronteira com a Alemanha. Os detidos foram enviados de volta ao seu país. Na véspera da conferência de cúpula, cerca de 80 mil sindicalistas e manifestantes já tinham protestado pacificamente contra os efeitos negativos da globalização e exigiram reformas sociais e determinação dos líderes europeus na luta contra o desemprego.