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Alemanha

Protestos marcam o primeiro dia da Feira de Brinquedos de Nurembergue

O alvo das manifestações é a exploração da mão-de-obra pelas multinacionais do ramo em países do Sudeste da Ásia.

O primeiro dia da 53ª Feira Internacional de Brinquedos de Nurembergue foi marcado pela presença de protestos contra a exploração de trabalhadores nos países do Sudeste Asiático, onde estão instaladas 70% das fábricas de brinquedos de todo o mundo.

Alguns cartazes da demonstração realizada na abertura da feira traziam a mensagem "brinquedos da China são de chorar". A entidade líder do protesto foi a organização Fair Toys, mantida pela Liga das Senhoras Católicas da Alemanha e outras instituições de defesa dos direitos humanos.

Os manifestantes exigem das grandes companhias como Dickie/Simba e Hasbro condições sociais mínimas nas cidades onde produzem sua mercadoria. Em especial na China, as fábricas de brinquedo não dão proteção às funcionárias contra a emissão de gases e partículas tóxicas. E tudo isso por salários irrisórios. As empresas também dão acomodações miseráveis aos operários e exigem uma jornada de trabalho diária superior a 18 horas.

As multinacionais do ramo comprometeram-se a respeitar uma série de normas de conduta em conjunto com a Federação Mundial dos Fabricantes de Brinquedos, as quais, de acordo com a associação Fair Toys, não saíram do papel. Com exceção da empresa Mattel, todas as fabricantes recusaram uma inspeção independente das condições de trabalho em suas instalações.

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