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Copa do Mundo

Protesto anti-Copa nos arredores do Maracanã termina em violência

Manifestantes foram impedidos de seguir em direção ao estádio da final do Mundial, entre Alemanha e Argentina. Polícia prendeu pelo menos quatro pessoas.

A Polícia Militar do Rio de Janeiro reprimiu neste domingo (13/07) com bombas de gás e de efeito moral um protesto contra a Copa na Praça Saens Peña, na Tijuca, a cerca de 2 quilômetros do Maracanã. Por volta das 16 horas, a polícia impediu que um grupo de cerca de 200 pessoas se dirigisse ao estádio onde ocorria a final do Mundial, entre Alemanha e Argentina.

Os policiais, que contam com o auxílio de homens da Força Nacional, bloquearam todas as ruas no entorno da praça para impedir que os manifestantes se deslocassem. Mas o grupo furou o bloqueio, e a polícia respondeu com bombas de dispersão e com o uso de cassetetes. Com a manifestação, a estação de metrô Saens Peña foi fechada e as pessoas que estavam dentro não puderam sair. Pelo menos quatro pessoas foram presas.

Com faixas de protesto com frases contra os gastos excessivos na construção de estádios, contra o fim dos despejos e remoções forçadas, entre outras demandas, os manifestantes também pediam a libertação de ativistas políticos contrários à realização do Mundial, que foram presos durante o sábado numa operação da Polícia Civil.

Fußball WM Finale Argentinien Deutschland

A polícia usou bombas de gás para dispersar manifestação.

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