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Brasil

Presidente alemão visita o Brasil

Horst Köhler inicia viagem pela América do Sul, onde discute questões sociais no Brasil, Paraguai e Colômbia. Ex-diretor-gerente do FMI, ele já conhece bem o continente.

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Horst Köhler: conhecedor do Brasil de outros tempos

Serão doze dias em três países. Em primeiro plano, o presidente alemão – que parte neste domingo (04/03) em sua primeira visita oficial à América do Sul – deverá cuidar de assuntos de praxe, como as relações bilaterais com os governos dos três países que visita: Paraguai, Brasil e Colômbia, nesta ordem cronológica. A "responsabilidade social do empresariado" será, contudo, o enfoque principal da viagem.

Köhler é o primeiro chefe de Estado alemão a visitar o Paraguai, desde o início das relações diplomáticas oficiais entre os dois países, estabelecidas há 146 anos. Na capital Assunção, ele será recebido pelo presidente Nicanor Duarte Frutos e visitará, entre outros, o Museu da Memória – um centro de documentação sobre a ditadura Stroessner.

Proteção ao meio ambiente

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Destruição da floresta amazônica também é assunto do presidente no Brasil

Durante os seis dias no Brasil, Köhler deverá passar por Brasília, São Paulo, Recife e Manaus. Na capital federal, será recebido na quinta-feira (08/03) por Luiz Inacio Lula da Silva. A visita a São Paulo, no dia seguinte, coincidirá com a do presidente norte-americano, George W. Bush, que estará também na cidade em visita oficial.

Depois de uma passagem por Recife, Köhler seguirá para Manaus, onde deverá reunir-se com especialistas brasileiros em questões relacionadas ao meio ambiente, um de seus temas centrais durante a visita ao Brasil.

Depois de deixar o país, ele seguirá para a Colômbia, onde se encontrará com o presidente Alvaro Ulribe e com ativistas colombianos que se engajam em prol da paz interna no país. Em Cartagena, a delegação alemã visitará um projeto social em um bairro carente.

Com medo de pegar dengue

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Horst Köhler em 2004, ainda à frente do FMI

A ida de Horst Köhler ao Paraguai quase foi cancelada, devido a uma epidemia de dengue no país. Poucos dias antes do início da viagem, o ministério alemão das Relações Exteriores deu, enfim, luz verde para a partida, alertando, porém, todos os membros da delegação a usar quantidades suficientes de repelente.

A América do Sul, Köhler já conhece muito bem. Como ex-diretor-gerente do FMI entre 2000 e 2004, o economista esteve várias vezes no continente. Tanto Lula quanto o colombiano Uribe já se encontraram pessoalmente com o presidente alemão em suas missões sul-americanas em nome do Fundo Monetário Internacional.

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