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Poucos alemães em Wimbledon

rw23 de junho de 2003

Ausência de muitas estrelas no mais tradicional torneio do tênis mundial aumenta chances dos alemães. Com dez representantes, equipe alemã é a menor dos últimos 18 anos.

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Schüttler, esperança alemãFoto: AP

Muitas novidades marcam a edição 2003 do importante torneio de tênis de Wimbledon. Além da ausência de muitos astros e do fim da obrigatoriedade de fazer reverência em direção ao camarote real, os prêmios aos campeões foram aumentados em 9,5% para 14,9 milhões de dólares (915 mil dólares para o vencedor masculino e 850 mil dólares para a campeã).

Do ponto de vista alemão, a surpresa é o baixo número de participantes: seis jogadores disputam o título de simples masculino (um a mais que no ano passado) e quatro, o feminino.

Thomas Haas, que já em 2002 não participou por causa do grave acidente de seus pais nos Estados Unidos, desta vez não joga por não estar completamente recuperado da cirurgia no ombro, feita em dezembro último. As esperanças residem em Rainer Schüttler, quinto no ranking da Corrida dos Campeões e melhor tenista alemão da atualidade.

Nicolas Kiefer, que venceu a partida de exibição contra Gustavo Kuerten no último sábado (21), superou os problemas musculares que o haviam obrigado a desistir do torneio de Den Bosh, semana passada. Em 1997, Kiefer chegou às quartas-de-final do tradicional torneio londrino.

A equipe alemã em Wimbledon tem ainda o teuto-brasileiro Tomás Behrend, Lars Burgsmüller, Alexander Waske e Alexander Popp, que também atingiu as quartas em 2000.

Feminino

– O tênis feminino alemão continua em baixa, como demonstra a chave de simples de Wimbledon. Das 128 participantes, apenas quatro são alemãs. No ano passado, havia sido o dobro. O grupo é liderado pela (quase) veterana Barbara Rittner, de 30 anos, e tem ainda Anca Barna, Marlene Weingärtner e Angelika Roesch. Martina Müller e Bianka Lamade, da equipe alemã na Federation Cup, não passaram pelo qualifying.

O alemão Boris Becker, que com 17 anos foi o mais jovem campeão da história em Wimbledon, participará, desta vez, a partir das cabines reservadas à imprensa, como comentarista e colunista. Para o campeão de 1985, 1986 e 1989, os favoritos ao título são Andre Agassi, Andy Roddick, Roger Federer e Lleyton Hewitt.