Polícia investiga motivos de jovem que matou pai e disparou em escola nos EUA | Notícias e análises internacionais mais importantes do dia | DW | 29.09.2016
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Estados Unidos

Polícia investiga motivos de jovem que matou pai e disparou em escola nos EUA

Adolescente de 14 anos matou o pai em casa e depois abriu fogo no pátio de uma escola, atingindo dois alunos e uma professora no estado da Carolina do Sul. Autoridades descartam motivação xenófoba ou terrorista.

Investigadores buscam nesta quinta-feira (29/09) os motivos de um adolescente na Carolina do Sul que matou o pai e feriu a tiros dois alunos e um professor de uma escola rural, no mais recente incidente do tipo nos EUA.

O garoto, de 14 anos, matou o pai, de 47 anos, na tarde desta quarta-feira. Ele então se dirigiu para a escola elementar da cidade de Townville, onde atirou em dois meninos e numa professora com uma pistola, antes de ser rendido por um bombeiro voluntário. OS disparos aconteceram no pátio da escola, e o adolescente não chegou a entrar no prédio.

O suspeito está sob custódia e foi interrogado por investigadores na noite desta quarta-feira. As autoridades verificam se há alguma conexão entre o atirador e as vítimas na escola. 

"Não há indícios raciais. E não há terrorismo envolvido. Estamos confiantes de que ninguém mais está envolvido", disse o capitão de polícia Garland Major.

O garoto não frequentava a escola, sendo educado em casa. Segundo as autoridades, ele ligou para os avós, que foram até a casa dele e encontraram o pai do menino, filho deles, morto. O garoto já não estava mais em casa e havia dirigido uma picape até o pátio da escola, atirando nas outras três vítimas.

Um dos meninos, de 6 anos, levou um tiro na perna e está em estado grave. O outro, também de 6 anos, foi ferido no pé, e a professora, no ombro, tendo ambos já recebido alta.

"Estamos com o coração partido após esse ato de violência insensível", disse Joanne Avery, superintendente da escola. Ela cancelou as aulas pelo resto da semana.

A segurança nas escolas americanas foi reforçada desde 2012, quando um homem atirou e matou 20 crianças e seis educadores no estado de Connecticut. Neste mês, uma menina de 14 anos atirou e feriu um colega de escola antes de se matar com um tiro no Texas.

LPF/rtr/ap

 

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