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Mundo

Polícia identifica os três suspeitos do ataque terrorista em Paris

Terroristas são os irmãos Said e Cherif Kouachi, de 34 e 32 anos, e Hamyd Mourad, de 18 anos, todos cidadãos franceses. Um deles era conhecido das autoridades, preso em 2008 por ligação com organização jihadista.

Os três acusados de terem executado o ataque terrorista ao semanário satírico Charlie Hebdo, nesta quarta-feira (07/01) em Paris,

que deixou 12 mortos e 11 feridos

, foram identificados, segundo autoridades policiais e fontes do governo da França.

A polícia local está caçando três cidadãos franceses, incluindo dois irmãos da região de Paris, e um outro homem da região de Reims, cidade localizada 150 quilômetros ao nordeste da capital francesa. Os encapuzados que invadiram a redação da publicação têm 34, 32 e 18 anos.

Segundo um documento emitido pela polícia para as forças de segurança em toda a região, os procurados se chamam Said Kouachi, nascido em 1980, Cherif Kouachi, nascido em 1982, e Hamyd Mourad, nascido em 1996.

Segundo o jornal Metro, Cherif Kouachi era conhecido das autoridades e chegou a ser acusado em 2005 por fazer parte de uma organização jihadista que recrutava jovens para combater no Iraque. Ele teria sido sentenciado a 18 meses de prisão, em 2008.

Carteira de identidade deixada em carro de fuga

Uma fonte da polícia confirmou que um deles foi identificado por sua carteira de identidade, que foi deixada no carro usado na fuga. Após o massacre, os suspeitos fugiram em um carro preto, encontrado posteriormente, abandonado, em um bairro do subúrbio parisiense.

De acordo com a imprensa francesa, mais de 3 mil policiais foram mobilizados nas buscas, que também incluem helicópteros e serviços de inteligência. No início da madrugada (horário local), as buscas haviam sido expandidas para a região de Reims, depois de procuras efetuadas em Paris e Estrasburgo.

Durante o ataque, um dos terroristas foi gravado em vídeo fora do prédio da redação gritando Allahu Akbar (Deus é grande) enquanto tiros eram disparados. Um outro caminhou até um policial deitado ferido na rua e o executou à queima-roupa com um fuzil Kalashnikov.

Um funcionário do sindicato da polícia de Paris disse que há temores de mais ataques e descreveu a cena na redação do Charlie Hebdo como carnificina. Quatro feridos estão em estado grave.

PV/rtr/afp/ap

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