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Mundo

Polícia francesa continua busca por suspeita de ataque

Companheira de Amedy Coulibaly, que matou quatro pessoas ao invadir mercado kosher em Paris, é o principal alvo das autoridades. França continua sob alerta máximo de segurança, afirma ministro do Interior.

Após uma reunião no Palácio do Eliseu neste sábado (10/01) , o ministro francês do Interior, Bernard Cazeneuve, afirmou que a França continua sob alerta máximo de segurança, enquanto a polícia prossegue com as buscas a uma mulher suspeita de ligação com os ataques dos últimos dias em Paris.

Hayat Boumeddiene era a companheira de

Amedy Coulibaly

, que invadiu um mercado de produtos kosher no leste de Paris nesta sexta-feira, fazendo vários reféns. Quatro deles e Coulibaly foram mortos na operação policial. A polícia disse que Boumeddiene poderia estar "armada" e ser "perigosa".

A jovem de 26 anos é suspeita de ser a cúmplice de Coubaily no assassinato de uma oficial de polícia no sul de Paris nesta quinta-feira. A polícia também suspeita que ela tenha tido alguma participação na invasão do mercado de produtos kosher, ainda que não tenha sido identificada entre os mortos e feridos.

O procurador da República François Molin afirmou à imprensa que cerca de quinhentas ligações telefônicas teriam sido feitas do telefone celular de Boumeddiene para o da esposa de Cherif Kouachi, um dos irmãos que perpetraram o ataque ao semanário

Charlie Hebdo

.

Paris Geiselnahme jüdischer Supermarkt - Fahndungsfoto Hayat Boumeddiene

Hayat Boumeddiene, companheira de Amedy Coulibaly, morto pela polícia após invadir mercado em Paris

Durante a invasão do mercado, o próprio Coulibaly confirmou, num telefonema a uma rede de televisão francesa, que havia coordenado os ataques com os

irmãos Kouachi

.

Molin informou ainda que outros cinco indivíduos estão sob custódia policial, sob suspeita de ligação com os eventos dessa semana. A identidade dessas pessoas não foi divulgada.

Após reunião de segurança com o presidente François Hollande e os principais ministros do governo francês, Cazeneuve afirmou que ao menos 320 forças de segurança adicionais estão de prontidão e que a vigilância continuará intensa, principalmente nos locais religiosos.

Ele disse também que há planos para o reforço da segurança na marcha marcada para este domingo na capital francesa, em homenagem às vítimas dos ataques.

Vários líderes europeus já confirmaram presença no evento, entre eles a chanceler federal da Alemanha, Angela Merkel, o premiê britânico, David Cameron, e os primeiros-ministros italiano, Matteo Renzi, e espanhol, Mariano Rajoy.

RC/afp/dpa

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