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Alemanha

Polícia alemã liberta presos em conexão com ataques em Paris

Sete pessoas detidas nos arredores da cidade alemã de Aachen por suspeita de envolvimento em atentados na capital francesa são liberadas após investigadores não encontrarem indícios de ligação com terrorismo.

As sete pessoas detidas nesta terça-feira (17/11) nos arredores da cidade alemã de Aachen, por suspeita de estarem relacionadas com os atentados terroristas de Paris, foram soltas depois de ter sido comprovado não haver indícios da ligação delas com os atos na capital francesa, segundo a polícia.

"Podemos assegurar que não existe indício de que estas pessoas tenham relação com os atentados", garantiu um porta-voz da polícia alemã.

Antes, o ministro alemão do Interior da Alemanha, Thomas de Maizière, havia dito durante uma entrevista coletiva em Berlim que as pessoas presas possivelmente não tinham conexões diretas com os ataques em Paris. "As pessoas não parecem ser as que estamos procurando", acrescentou.

Pela manhã, um homem e duas mulheres, todos de cidadania estrangeira, haviam sido presos em frente à agência pública de emprego de Alsdorf, no distrito de Aachen, que fica na tríplice fronteira da Alemanha com a Bélgica e a Holanda.

Depois das primeiras detenções, forças especiais da polícia prenderam outras quatro pessoas na cidade. As autoridades não divulgaram a identidade dos detidos.

Segundo o site de notícias alemão Spiegel Online, a denúncia para as prisões partiu de uma vendedora de um mercado que disse à polícia ter reconhecido o procurado Salah Abdeslam, de 26 anos, no grupo, o que, no entanto, não se confirmou.

Salah Abdeslam

Autoridades francesas e belgas emitiram um mandado internacional de apreensão para Salah Abdeslam, de 26 anos, irmão de Ibrahim Abdeslam, que participou dos ataques na Boulevard Voltaire e detonou seu colete de explosivos próximo ao café Comptoir Voltaire.

Salah alugou o Volkswagen Polo usado pelo grupo de terroristas que atacou o Bataclan, afirmou um policial. Ele nasceu na Bélgica, mas é cidadão francês.

Após os ataques, o suspeito chegou a ser abordado numa blitz rotineira perto da fronteira entre França e Bélgica, mas foi autorizado a seguir viagem, porque no momento da abordagem ainda não havia mandado de prisão emitido contra ele. Segundo a polícia, duas outras pessoas também estavam no carro.

Segundo o Ministério do Interior austríaco, Salah, que reside em Bruxelas, teria estado na Alemanha e na Áustria há cerca de dois meses. Autoridades austríacas divulgaram nesta terça-feira que o suspeito chegou, juntamente com outras duas pessoas, ao estado da Alta Áustria no dia 9 de setembro, vindo da Alemanha.

MD/rtr/afp/dpa/ots

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