1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages

Eleição na Alemanha

Plataformas quase idênticas para a política externa

Após a reunificação, a Alemanha viu-se obrigada a assumir responsabilidades crescentes no panorama internacional. Com isto, a política externa passou a ter importância ainda maior para o governo de Berlim.

default

Stoiber (esq.) ou Schröder: na política exterior não haverá grande mudança

O trabalho da diplomacia alemã, nos últimos anos, destacou-se especialmente na área da política de segurança e da prevenção de crises. Antes da queda do muro de Berlim, a principal prioridade alemã na política externa era a de fomentar a unificação da Europa, no âmbito da União Européia.

Após a derrocada do bloco socialista, a Alemanha viu-se compelida a fomentar prioritariamente a integração dos países do Leste europeu na UE e na OTAN – uma conseqüência da situação geopolítica do país, que lhe impõe o papel de mediador entre os dois antigos blocos da Guerra Fria.

A evolução dos acontecimentos mundiais – as guerras civis nos Bálcãs e a luta contra o terrorismo – obrigaram Berlim entretanto a assumir responsabilidades também fora da Europa.

Dentro deste contexto, as posições de política exterior dos dois candidatos à chefia do governo de Berlim tornaram-se de grande importância, não apenas para os eleitores alemães. Também os governos estrangeiros e os analistas políticos de todo o mundo acompanham com redobrado interesse as opiniões manifestadas pelo atual chanceler federal Gerhard Schröder, candidato à reeleição, bem como do seu desafiante, o governador bávaro Edmund Stoiber, candidato oposicionista da coligação conservadora entre a União Democrática Cristã e a União Social Cristã (CDU-CSU).

Leia mais