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Cultura

Pina Bausch – no rastro de um mito da dança

A coreógrafa que ficou conhecida por misturar cenas cotidianas e dança já tem novo espetáculo em andamento.

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A coreógrafa Pina Bausch

A linguagem dela é a dança. A coreógrafa alemã Pina Bausch, um dos maiores expoentes mundiais do gênero dança-teatro, detesta falar sobre suas criações: o que ela tem para dizer está nos movimentos que cria com sua companhia. Não há cenário, não há libreto, não há música. O espetáculo deve ser entendido de acordo com o sentimento de cada um.

Definida pelo cineasta Federico Fellini como "uma monja de sorvete, uma santa com patins, um vulto de rainha no exílio, de fundadora de uma ordem religiosa, de juíza de um tribunal metafísico", Pina Bausch começou como bailarina clássica mas seu método, baseado na subjetividade e na sinestesia, revolucionou o conceito de dança e mudou o gosto das platéias, rendendo até um livro intitulado com seu nome no Brasil.

A relação da coreógrafa com o país não pára por aí: sua companhia já esteve no Brasil seis vezes e um de seus espetáculos, Água (2001), foi baseado em uma residência artística de duas semanas em São Paulo e uma semana em Salvador. Com 67 anos, Pina Bausch comanda o Wuppertaler Tanz-Theater e já está com o próximo espetáculo em fase de criação e ensaios. O tema da vez é a Índia. (jl) Veja a reportagem da DW-TV sobre Pina Bausch e o Tanztheater Wuppertal

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