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Mundo

Pilotos da Lufthansa anunciam nova paralisação

Os pilotos da maior companhia aérea europeia anunciaram uma greve de 35 horas para esta segunda e terça-feira. Trata-se da oitava greve desde abril. Enquanto isso, maquinistas alemães voltam a trabalhar na segunda-feira.

Neste domingo (19/10), pilotos da Lufthansa, representados pelo sindicato Cockpit, anunciaram em Frankfurt que a próxima greve vai acontecer das 13h desta segunda-feira (hora local) até as 23h59 (hora local) da terça-feira.

Os pilotos e a administração da companhia aérea se encontram em disputa em torno de benefícios de aposentadoria. A Lufthansa quer que seus pilotos se aposentem mais tarde do que acontece atualmente.

"O objetivo da greve é um novo acordo coletivo para todo o pessoal de cockpit", afirmou o sindicato em sua página de internet neste domingo, acrescendo que os membros do sindicato "lamentam as inconveniências para os passageiros."

A greve vai afetar voos de curta e média distância partindo de aeroportos alemães. Trata-se da oitava greve dos pilotos da maior companhia aérea europeia desde abril. "É triste que tenhamos de fazer greve pela oitava vez", declarou o porta-voz do sindicato Cockpit, Markus Wahl.

Na semana passada, o sindicato manteve em terra durante 12 horas as aeronaves da Germanwings, subsidiária da Lufthansa. Na ocasião, 100 voos foram cancelados e mais de 13 mil passageiros foram afetados.

O anúncio do início da greve dos pilotos da Lufthansa coincide com o fim da paralisação de 50 horas convocada pelo Sindicato de Maquinistas da Alemanha (GDL). A greve dos maquinistas deve se encerrar às 4h desta segunda-feira.

Retorno dos trens

Neste domingo, o GDL anunciou não convocar mais nenhuma greve ao menos nos próximos sete dias. A atual greve dos maquinistas provocou a paralisação de cerca de dois terços dos trens de longa distância operados pela empresa ferroviária alemã Deutsche Bahn (DB).

"Acredito que vamos dialogar ao longo da próxima semana. Enquanto isso, vamos fazer uma pausa de ao menos sete dias", afirmou o presidente do GDL, Claus Weselsky, à emissora pública ZDF no sábado. Indagado se era correto por parte do GDL iniciar uma greve justamente no fim de semana que marca o início ou o fim das férias escolares de outono em muitos estados alemães, Weselsky disse que nas ferrovias alemãs "sempre é hora de pico – sete dias por semana". Ele disse ainda que o sindicato encontra-se à espera de uma "oferta negociável".

Além dos trens de longa distância, a greve também afetou o transporte ferroviário regional e municipal, como também o transporte de cargas na Alemanha.

CA/rtr/dpa

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