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Mundo

Pilotos da Lufthansa ampliam greve para voos de longa distância

Na oitava paralisação deste ano, passageiros serão afetados nesta segunda e terça-feira. Funcionários lutam pela manutenção das atuais regras de aposentadoria antecipada.

A greve dos pilotos da Lufthansa convocada para o início desta semana terá proporções maiores do que as inicialmente anunciadas. Após ter falado de uma paralisação de 35 horas, para voos de curta e média distância partindo de aeroportos alemães nesta segunda (20/10) e terça-feira, o sindicato Cockpit ampliou a greve para os voos de longa distância da companhia.

Inicialmente, seriam afetadas as ligações de curta e média distância entre as 13h00 (hora local) desta segunda e a meia-noite da terça-feira. Agora, a greve vale também para os voos de longa distância das 6h00 da manhã à meia-noite de terça-feira. A empresa afirmou que apresentaria um plano de voos emergencial nesta segunda-feira.

Os pilotos lutam pela manutenção das atuais regras de aposentadoria antecipada, que preveem o afastamento aos 55 anos de idade, com até 60% do salário. Pelas novas regras propostas pela companhia aérea, a idade mínima passaria para 61 anos.

"O objetivo da greve é um novo acordo coletivo para todo o pessoal de cockpit", afirmou o sindicato em sua página de internet neste domingo, acrescentando que os membros do sindicato "lamentam as inconveniências para os passageiros".

Esta é a oitava greve dos pilotos da companhia neste ano. As paralisações já afetaram mais de 200 mil passageiros. Na semana passada, o sindicato manteve em terra durante 12 horas as aeronaves da Germanwings, subsidiária da Lufthansa. Na ocasião, 100 voos foram cancelados e mais de 13 mil passageiros foram afetados.

O anúncio do início da greve dos pilotos da Lufthansa coincide com o fim da paralisação de 50 horas convocada pelo Sindicato de Maquinistas da Alemanha (GDL), que se encerrou às 4h00 desta segunda-feira.

A greve deste fim de semana provocou a paralisação de cerca de dois terços dos trens de longa distância operados pela empresa ferroviária alemã Deutsche Bahn (DB), além de afetar o transporte ferroviário regional e municipal e o transporte de cargas na Alemanha. Os maquinistas anunciaram que não vão realizar nova greve nos próximos sete dias.

LPF/rtr/ap

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