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Economia

PIB alemão deve crescer 0,9% este ano

FMI corrige para cima sua previsão inicial de 0,7%. Dados conjunturais da semana confirmam crescimento fraco na Europa. Empresários alemães demonstram "otimismo contido".

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Economistas prevêem taxas de crescimento divergentes

O Fundo Monetário Internacional (FMI) corrigiu para cima sua previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) alemão em 2002. Segundo informações dos jornais Handelsblatt e Financial Times Deutschland, o presidente do FMI, Horst Köhler, revelou ao candidato da oposição às eleições parlamentares alemãs, Edmund Stoiber (CDU/CSU), que o fundo prevê um crescimento de 0,9% do PIB alemão este ano, em vez dos 0,7% estimados inicialmente.

No ano passado, a taxa de crescimento do PIB alemão caiu para 0,6%; em 2000, ainda tinha sido de 3%. Segundo informações da agência de notícias Reuters, o FMI também corrigiu suas previsões para o crescimento econômico da Alemanha, de 2,5% para 2,7% em 2003. O Fundo Monetário Internacional publicará na próxima quinta-feira, em Washington, suas previsões para a economia mundial no próximo semestre.

Crescimento fraco – Segundo avaliação dos economistas, os dados conjunturais da zona do euro, a serem divulgadas nesta semana, apontam uma tendência positiva, mas não escondem que a retomada da economia nos doze países-membros da união monetária européia é "fraca e frágil".

No centro das atenções estão os números da inflação de março. A taxa anual deve rondar os 2,5%, ficando, portanto, acima da meta de 2% fixada pelo Banco Central Europeu. Além disso, os analistas e investidores estão de olho nos dados da produção industrial alemã. Enquanto alguns economistas prevêem um crescimento entre 0,7% e 1,4% em relação ao mês de fevereiro, outros esperam um recuo de até 0,7%.

Otimismo contido – Os economistas do Dresdner Bank prevêem um crescimento econômico de 1,3% para a Alemanha no segundo trimestre de 2002. Novos investimentos em equipamentos industriais e o aumento das exportações estariam impulsionado a conjuntura. As avaliações do FMI e do Dresdner Bank são bem otimistas do que as do governo alemão e da federação das indústrias (BDI), que partem, respectivamente, de taxas de crescimento do PIB de 0,75% e 1% este ano. O BDI fala num "otimismo contido" dos empresários alemães.

Há consenso entre os economistas de que a recuperação da economia alemã e européia depende fortemente da conjuntura nos Estados Unidos. Além disso, eles ressaltam que uma guerra no Oriente Médio pode derrubar todas as previsões otimistas.