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Ciência e Saúde

Pesquisadores confirmam degelo recorde do Ártico

Estudiosos norte-americanos confirmam que a cobertura de gelo do Ártico caiu para níveis recordes este ano e é hoje 50% menor do que era entre 1979 e 2000.

Degelo cresce no Ártico

Degelo cresce no Ártico

A camada de gelo do Ártico recuou este ano para o menor nível já registrado, afirmaram nesta quarta-feira (19/09) pesquisadores do Centro Nacional da Neve e do Gelo dos EUA (NSIDC, na sigla em inglês).

Imagens de satélite mostram que a área congelada do Ártico recuou para 3,4 milhões de quilômetros quadrados em 16 de setembro, possivelmente a menor marca deste ano e a menor já registrada desde o início das medições, em 1979.

"Estamos agora num território desconhecido", afirmou o diretor do NSIDC, Mark Serreze. "Poucos de nós estavam realmente preparados para o quão rápido isso está de fato acontecendo", enfatizou.

A alteração da superfície de gelo sobre o mar Ártico é um processo sazonal, e a menor extensão é geralmente alcançada em setembro. Os mínimos anteriores haviam sido alcançados também este ano, em 26 de agosto e 4 de setembro.

"O mínimo deste ano será quase 50% menor do que a média registrada entre 1979 e 2000", alertou o pesquisador Walt Meier. O oceanógrafo Wieslaw Maslowski comentou os resultados num evento do Greenpeace em Nova York. Segundo ele, se a tendência continuar, não haverá mais gelo no Ártico no fim desta década.

AS/rtr/afp
Revisão: Roselaine Wandscheer

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