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Cultura

Paulo Coelho: "esbarrando na presunção"

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" O Zahir é estranho, porque Coelho inclui nesta história uma espécie de autobiografia e fornece informações sobre sua vida, o que esbarra na fronteira da presunção. E porque ele aparentemente tenta antecipar críticas ásperas como esta aqui, ao deixar um eu-narrador, escritor extremamente bem-sucedido, refletir sobre sua relação problemática com a crítica literária. Como se seguisse o lema: "meu público é tudo, a crítica nada". Para então, na forma de um rígido acerto de contas com a crítica que tenta desmascarar seus livros através de citações, no fim ainda culminar: "Quando se trata de política, eles [os críticos] são democráticos, mas quando se trata de cultura, são fascistas. Eles acham que as pessoas são capazes de eleger um governo, mas não filmes, livros ou música".

taz, die tageszeitung