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Mundo

Parlamento turco autoriza ação militar contra "Estado Islâmico"

Moção dá sinal verde para bombardeios na Síria e no Iraque e permite que bases turcas sejam usadas por forças estrangeiras. Sob pressão da coalizão internacional, governo ainda não definiu quando iniciará ataques.

O Parlamento turco autorizou nesta quinta-feira (02/10) a realização de incursões militares contra o "Estado Islâmico" através das fronteiras do país com Iraque e Síria. Ainda não há uma decisão, porém, sobre quando o governo vai, em parceria com a aliança comandada pelos EUA, iniciar os bombardeios.

Aprovada por uma maioria de três quartos no Parlamento, a moção autoriza também que soldados estrangeiros sejam estacionados na Turquia, além do uso das bases militares do país.

Durante o debate, transmitido ao vivo pela televisão, o ministro da Defesa, Ismet Yilmaz, insistiu na necessidade de a Turquia aderir à aliança internacional, por considerar que a situação na Síria e no Iraque apresenta vários "riscos e ameaças".

Ele citou nominalmente o Estado Islâmico (EI) e o Partido de Trabalhadores do Curdistão (PKK), este último baseado no norte do Iraque e há quase dois anos em negociações de paz com Turquia.

O governo turco vem enfrentando pressão de aliados para se engajar mais na luta contra o "Estado Islâmico". Os insurgentes avançaram para dentro do campo de visão de posições militares turcas na fronteira com a Síria.

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, diz, porém, que apenas os ataques aéreos não serão suficientes para conter a ameaça. Ele defende a remoção do ditador Bashar al-Assad, objetivo que não é compartilhado pela coalizão liderada pelos Estados Unidos.

RPR/ap/rtr/afp

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