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Mundo

Parlamento grego aprova segundo pacote de reformas

Por ampla maioria e com votos da oposição, parlamentares aprovam segunda rodada de reformas exigidas pela zona do euro. Aprovação abre caminho para negociações sobre um terceiro pacote de resgate.

O parlamento grego aprovou na madrugada desta quinta-feira (23/07), com ampla maioria e novamente com votos da oposição, o segundo pacote de medidas acertado entre o governo do primeiro-ministro Alexis Tsipras e os parceiros da zona do euro.

Veja o que os parlamentares gregos aprovaram no segundo pacote de reformas

A proposta de lei inclui uma reforma do Código Civil para agilizar os processos e reduzir seus custos e a implementação das regras comuns para a recuperação e a liquidação bancárias, conhecidas como Diretiva de Recuperação e Resolução dos Bancos (DRRB).

Segundo uma contagem inicial da televisão grega, 230 parlamentares votaram a favor e 63 foram contra. Houve cinco abstenções e duas ausências no parlamento de 300 assentos. A votação aconteceu por volta das 4h (horário local).

Novamente um número elevado de parlamentares do Syriza, o partido de Tsipras, votou contra o pacote, como já havia ocorrido na votação da semana passada. Contagem inicial indica que 36 parlamentares do partido governista votaram contra o governo.

A aprovação dos dois primeiros pacotes de medidas, na quarta-feira da semana passada e na madrugada desta quinta, era uma exigência dos credores europeus para iniciar as negociações sobre um terceiro pacote de resgate para a Grécia, que deverá ser de cerca de 86 bilhões de euros.

Durante os debates, Tsipras afirmou que a votação das reformas acordadas com a zona do euro é apenas um passo para negociar as condições de um terceiro resgate, e garantiu que o governo vai procurar alianças para "melhorar" o programa final.

"A partir de amanhã [quinta] iremos negociar outra vez as condições do acordo. Temos de utilizar cada aliança na Europa para melhorar o acordo final", disse ele, durante o debate parlamentar.

O chefe de governo grego reiterou que tem de aplicar um acordo em que não acredita, mas destacou que ninguém pode "afirmar que a autoria do programa pertence ao governo grego".

AS/lusa/ap

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