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Mundo

Paris promete reação drástica ao atentado no Paquistão

Após o atentado no Paquistão, que provocou a morte de dez franceses, o presidente francês Jacques Chirac prometeu combater com toda firmeza o terrorismo internacional.

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Dez franceses morreram no atentado de Karachi

O atentado foi cometido contra um ônibus que estava estacionado em frente ao hotel Sheraton de Karachi, metrópole portuária de 14 milhões de habitantes. O ônibus iria conduzir os franceses para o porto. Eles eram técnicos da empresa "Direction de la Construction Navale" (DCN), encarregada da construção de um submarino. A DCN pertence ao Ministério da Defesa.

A explosão, que provocou uma cratera de três metros no asfalto, foi provocada por um segundo carro estacionado junto ao ônibus de 45 lugares. A bomba matou doze pessoas: os dez franceses, o motorista paquistanês do ônibus e o autor do atentado. Pelo menos 34 pessoas ficaram feridas, das quais 16 franceses. Muitos feridos estão em estado grave.

Reações – O presidente paquistanês Pervez Musharraf afirmou que foi "um ato do terrorismo internacional" e prometeu agir com firmeza, prendendo e punindo seus responsáveis. O presidente francês enviou ao Paquistão a sua nova ministra da Defesa, Michèle Alliot-Marie.

No Paquistão, vários estrangeiros foram vítimas nos últimos tempos de atentados cometidos por grupos radicais simpatizantes do ex-regime radical Talibã do Afeganistão. Os viajantes ocidentais ao Paquistão foram advertidos.

Após este último atentado, a companhia aérea Singapore Airlines cancelou todos os vôos ao Paquistão. Um torneio de cricket entre o Paquistão e a Nova Zelândia foi anulado e o time neo-zelandês resolveu regressar imediatamente.