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Mundo

Parentes de passageiros do voo MH370 protestam em Pequim

Em frente à embaixada da Malásia, manifestantes pedem esclarecimentos sobre o desaparecimento do avião e entram em confronto com a polícia. França anuncia que buscas na ilha de Reunião serão ampliadas.

Em Pequim, familiares dos passageiros chineses do voo MH370 da Malaysia Airlines, desaparecido em março de 2014, entraram em confronto com a polícia nesta sexta-feira (07/08).

Dezenas de parentes das vítimas realizaram um protesto barulhento em frente à Embaixada da Malásia em Pequim, aos gritos de "Malásia, encontre os passageiros".

Alguns acusaram o governo malaio de esconder a verdade e atrasar as buscas, enquanto outros reclamavam que as autoridades da Malásia e da França apresentaram informações divergentes após o início das análises no destroço encontrado na ilha de Reunião, realizadas na cidade francesa de Toulouse.

Ao tentar entrar em uma rua que daria acesso à embaixada, os manifestantes foram impedidos pelos policiais.

Na quinta-feira,

autoridades da Malásia

afirmaram que a tinta e um selo de manutenção na peça encontrada indicavam que era de fato do avião do voo MH370. Os franceses, no entanto, evitaram falar um uma conclusão definitiva.

"Queremos que o governo malaio nos dê uma explicação a esse respeito", afirmou a mulher de um dos passageiros do avião desaparecido.

A França anunciou que vai dobrar a área das buscas no litoral da ilha de Reunião após

novos destroços serem encontrados

. Aviões, helicópteros e barcos de patrulha adicionais serão enviados à região.

A Malásia pediu às ilhas Maurício e a Madagáscar que também realizem buscas por destroços em suas costas.

RC/rtr/efe/ap

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