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Mundo

Pai de piloto capturado pelo "Estado Islâmico" pede libertação do filho

Em conversa com jornalistas, ele exorta jihadistas a mostrarem "hospitalidade" e darem bom tratamento ao filho, que é muçulmano. Militares dos EUA negam que aeronave tenha sido derrubada pelos extremistas.

O pai do piloto jordaniano Muath al-Kasaesbeh, que foi capturado por militantes do "Estado Islâmico" (EI) na Síria, implorou nesta quinta-feira (25/12) pela libertação de seu filho. Em conversa com jornalistas em Amã, na capital da Jordânia, Safi Yousef al-Kasaesbeh pediu que os jihadistas tratem bem o seu filho.

Ele afirmou, ainda, que seu filho é muçulmano e, portanto, tem a mesma religião do grupo radical. O piloto foi capturado na quarta-feira, depois que seu avião caiu em Raqqa, bastião do EI no norte da Síria, durante ataques aéreos contra os extremistas.

Não foram divulgadas informações sobre o paradeiro do piloto desde sua captura. Ele é o primeiro militar capturado que faz parte da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos na luta contra o "Estado Islâmico" no Iraque e na Síria.

Jordanien - Pilot

Parentes do piloto capturado se reuniram em frente à casa da família, na Jordânia

Após o acidente, Kasaesbeh foi puxado por homens armados do que parecia ser um lago, de acordo com fotos publicadas pelo Raqqa Media Center, que opera em áreas sob controle do EI.

EUA negam que avião tenha sido abatido

O refém tinha capacidade para andar e o único ferimento visível era algo que parecia ser uma mancha de sangue na boca. A captura – e a potencial situação do militar – se transformou num cenário de pesadelo para o governo da Jordânia, que prometeu continuar sua luta contra o grupo. Não se sabe o motivo da queda da aeronave.

O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) confirmou que um caça F-16 jordaniano caiu e que o piloto foi capturado por extremistas. Ao mesmo tempo, os militares americanos afirmaram que o jato não foi abatido pelos jihadistas do EI.

"As provas indicam claramente que o EI não derrubou a aeronave, como alega o grupo terrorista", afirmou o comunicado, assinado pelo general Lloyd Austin, chefe do Comando Central.

MD/ap/dpa

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