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Futurando!

Países mais procurados por pesquisadores brasileiros

Os Estados Unidos são o país que mais atrai pesquisadores e estudantes. Barreira linguística faz de Portugal o segundo destino da lista.

O contato com institutos de pesquisa de referência e a troca de conhecimentos, experiências e cultura levam pesquisadores e estudantes a tentarem uma bolsa do Programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal. O programa abrange programas de graduação sanduíche, doutorado sanduíche, pós-doutorado, doutorado e estágio/especialização em 23 países até o momento.

Os cinco destinos mais procurados ficam no Hemisfério Norte, onde o ano letivo inicia em setembro ou outubro e se estende até maio ou junho. As estatísticas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) contemplam números desde que o programa foi criado, em 2011, até março deste ano, quando foi feita a última atualização de dados.

1. Estados Unidos

No topo da lista dos principais destinos de estudantes e pesquisadores brasileiros estão os Estados Unidos. Desde que o programa Ciência sem Fronteiras foi criado, em 2011, o país recebeu 4.383 bolsistas. A maior parte deles da Engenharia e de outras áreas tecnológicas. Do total de bolsas concedidas, a maioria foi para estudantes da graduação. No ano passado, o governo brasileiro anunciou a intenção de aumentar a cooperação científica com os Estados Unidos. Já foram assinados convênios com a agência espacial Nasa. A parceria com os norte-americanos é considerada estratégica e inclui parceiros como a Laspau – organização filiada à Universidade de Harvard –, as Universidades e Instituições Comunitárias de Ensino Superior Historicamente Negras (HBCUs), o Institute of International Education e o Consórcio de Instituições Comunitárias de Ensino Superior (CCC).

2. Portugal

A facilidade linguística faz de Portugal um dos destinos mais procurados pelos pesquisadores brasileiros. O país mais a leste do continente europeu recebeu 2.610 bolsistas de 2011 a março deste ano. O Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas e a Universidade de Coimbra coordenam o Programa Ciências sem Fronteiras em Portugal, que também conta com a parceria do CCISP, órgão de coordenação e de representação conjunta dos estabelecimentos públicos de ensino superior politécnico, com mais de 20 universidades parceiras. Em Portugal, pesquisadores brasileiros podem contar também com a ajuda da Associação de Pesquisadores e Estudantes Brasileiros em Coimbra.

3. França

Ao todo, 2.520 bolsistas brasileiros escolheram a França como país de destino. A Embaixada do Brasil na França conta com um setor de cooperação educacional, criado em janeiro de 2012 com o objetivo de incentivar o intercâmbio acadêmico entre os dois países. Entre os parceiros do Ciência sem Fronteiras estão a Campus – a agência oficial de informação e orientação sobre estudos na França –, o Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS) e os institutos nacionais para a pesquisa em Ciências Computacionais (Inria) e pesquisa médica (Inserm), entre outros. O país é um dos maiores pólos de criação e difusão cultural no mundo. 

4. Espanha

Com 2.166 bolsistas, a Espanha aparece em quarto lugar entre os países mais procurados pelos pesquisadores brasileiros. Universidades espanholas oferecem vagas para graduação e pós-graduação. Os estudos são em castelhano. Mais de 60 universidades em todos os cantos do país receberam a convocatória do ministério espanhol da Educação, Ciência e Desporto para participar do programa Ciência sem Fronteiras no biênio 2013-2014. Informações sobre vistos e documentação devem ser obtidos com um dos quatro consulados gerais da Espanha em território brasileiro.

5. Canadá

Até março de 2013 foram concedidas 1.883 bolsas a estudantes brasileiros no Canadá. O país é composto por dez províncias, e o sistema educacional varia de uma para a outra. As línguas oficiais são o inglês, língua materna da maioria dos canadenses, e o francês. Os bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras têm acesso a 946 programas acadêmicos oferecidos em 95 membros da AUCC, associação de instituições do ensino superior do país. Além disso, o programa também tem parceria com o CALDO, consórcio de pesquisa intensiva formado pelas quatro principais universidades do Canadá – Universidade de Alberta, Université Laval, Dalhousie University e Universidade de Ottawa -, que têm juntas mais de 300 programas de doutorado.

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