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Mundo

Países desmentem acordo na UE para receber palestinos

O planejado exílio, na União Européia, dos 13 palestinos que Israel deportou há dez dias de Belém continua indefinido.

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Mamdouh Nawawreh, deportado no Chipre, mostra o livro sagrado dos muçulmanos (Corão).

Em vez disso, os três países disseram que as negociações prosseguem e Nicósia adiantou que nenhum dos homens ficará no Chipre. Depois de duas semanas de relativa calmaria em Israel, um atentado suicida palestino matou no mínimo três pessoas, em Netania. Mais de 40 pessoas ficaram feridas.

O grupo radical Hamas assumiu a autoria do atentado. O Ministério israelense das Relações Exteriores jogou a culpa no presidente da Autoridade Nacional Palestina, Yasser Arafat. Este condenou o ato terrorista. Enquanto isso, o Exército israelense voltou a ocupar com tanques a cidade de Ramallah, na Cisjordânia.

Deportados palestinos - Os 13 palestinos foram levados por um avião britânico para Larnaca, no Chipre, no dia dez, depois que o Exército israelense encerrou o seu cerco de mais de cinco semanas à igreja da Natividade, em Belém. Em princípio, eles só deveriam ficar alguns dias na ilha dividida entre turcos e gregos e então seriam distribuídos em vários países da UE, que mediou as negociações para acabar com o cerco da igreja no território palestino reocupado Cisjordânia.

O governo em Nicósia admitiu que encontram-se em fase final as negociações sobre o paradeiro definitivo dos homem qualificados pelos israelenses como muito perigosos. "Nós esperamos uma decisão na segunda ou terça-feira", disse o ministro cipriota das Relações Exteriores, Ioannis Kassoulidis. Ele adiantou que "nenhum dos palestinos ficará no Chipre".

O Ministério das Relações Exteriores em Bruxelas também desmentiu as informações de Madri dando conta que a Bélgica concederia asilo político a um dos 13 palestinos. As negociações ainda continuam, disse o porta-voz. O governo da Grécia reagiu de forma semelhante. Madri, atualmente na presidência rotativa da UE, havia anunciado que a Espanha e a Itália abrigariam três homens, cada uma. A Grécia e a Irlanda receberiam dois, cada uma. Um iria para a Bélgica e outro para Itália. Um dos homens do grupo ficaria no Chipre. Por causa de suas relações especiais com Israel, a Alemanha se negou a dar asilo aos militantes palestinos.