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Futurando!

Países deixam pegada ecológica mais forte do que o planeta pode suportar

A quantidade de recursos utilizados todos os anos é maior do que a capacidade de recuperação da terra. Calcule a sua pegada pessoal e ajude o planeta.

Eine Aufnahme, die die Besatzung von Appollo 17 im Jahr 1972 während des Flugs zum Mond aus dem Weltall gemacht hat, zeigt die Erde mit dem vereisten Südpol. Auf dem Bild ist nahzu die Küstenlinie des gesamten afrikanischen Kontinents und die arabische Halbvinsael zu sehen. Der Gesundheitszustand der Erde ist alarmierend. Das geht aus dem «Living Planet Report» hervor, den die Umweltstiftung WWF am Mittwoch in Berlin vorgestellt hat. So überstrapazieren derzeit 71 Länder ihre Süßwasserressourcen. Rund 1,8 Milliarden Menschen haben zwar einen Zugang zum Internet aber eine Milliarde Menschen keinen ausreichenden Zugang zu sauberem Trinkwasser. Der ökologische Fußabdruck - der Naturverbrauch - des Menschen wächst weiter. Selbst bei moderatem Wachstum der Bevölkerung und deren Konsum benötigt die Menschheit laut Report schon im Jahr 2030 zwei Planeten um den Kohlenstoffdioxid-Ausstoß aufzunehmen und mit dem Verbrauch natürlicher Rohstoffe Schritt zu halten. Foto: NASA dpa (zu dpa 0232) +++(c) dpa - Bildfunk+++

Erde Planet All Weltraum

O Futurando desta semana mostrou uma comunidade no México que mudou sua relação com a natureza, parou de desmatar e combinou o plantio de árvores com o cultivo agrícola. São essas mudanças que fazem a diferença e elas podem começar na casa de cada pessoa, com hábitos bem simples. Isso porque cada um tem sua pegada ecológica, mas é possível reduzir esse impacto.

Alimentos, transporte, moradia e hábitos de consumo: o estilo de vida de cada pessoa, cidade ou país demanda recursos do planeta. Essa quantidade de recursos – e de espaço necessário para a produção dos bens consumidos – define o termo pegada ecológica. A expressão veio do inglês ecological footprint e foi introduzida em 1990 pelos professores Mathis Wackernagel e William Rees, da Universidade da Colúmbia Britânica.

O site em português da organização ambiental WWF dá mais detalhes sobre o que compõe essa pegada. “É uma forma de traduzir, em hectares (ha), a extensão de território que uma pessoa ou toda uma sociedade utiliza, em média, para se sustentar”. Esse número é expresso em uma medida chamada de hectares globais – do inglês, global hectare (gha) –, o que significa um hectare de terra produzindo conforme a média mundial.

O relatório Living Planet, divulgado pela WWF neste ano, mostra que a conta não fecha. A biocapacidade total em 2008 era de 12 bilhões de hectares globais: uma média de 1,8 gha por pessoa.

No entanto, a pegada ecológica mundial é de 2,7 gha por pessoa, o que representa uma demanda de 18,2 bilhões de hectares. Isso significa que para atender a demanda do que é consumido a cada ano, o planeta levaria um ano e meio para que os recursos usados fossem completamente recuperados.

O mesmo documento aponta que o Brasil ainda está acima da média internacional e precisa correr atrás do prejuízo: são 2,93 gda. Além disso, explica que mais de 50% desse total está relacionado a alimentação. Na Alemanha, a situação é ainda pior: o país tem uma pegada ecológica de 4,57 gda. No topo da lista de quem consome muito além do que o planeta pode oferecer estão o Catar (11,68 gha), o Kuait (9,72 gha) e os Emirados Árabes (8,44 gha).

Pegada pessoal

Mas não são apenas países que deixam suas pegadas. Cada indivíduo pode identificar o impacto de consumo que seu estilo de vida representa e repensar atitudes que podem ajudar a salvar o planeta. A ONG Global Footprint Network reúne dados desde 2003 e montou uma calculadora que pode ajudar nessa conta. Os cálculos levam em consideração as peculiaridades de cada país e, com isso, conseguem dar uma reposta mais precisa.

Os brasileiros já podem medir sua pegada ecológica pela internet e, para isso, precisam responder um questionário bem simples sobre ações cotidianas: a frequência com que se come carne ou peixe, o meio de transporte escolhido para ir ao trabalho diariamente e outros hábitos, como ler jornal impresso, influenciam na matemática verde.

Depois de calcular a pegada, a ONG sugere ações práticas que podem tornar essa marca mais eficiente do ponto de vista ecológico. Reciclagem, reutilização e economia de matérias-primas são três passos básicos para deixar uma marca menos agressiva no planeta.

Autora: Ivana Ebel
Revisão: Fernando Caulyt

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