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Futurando!

Os temas apresentados no Futurando 6

Neste programa você conhecerá um método não poluente usado para identificar água contaminada. E também saberá quais são os melhores e piores serviços de aluguel de bicicleta na Europa.

Pesquisadores desvendam mensagens contidas em meteoritos caídos na Terra

Pesquisadores desvendam mensagens contidas em meteoritos caídos na Terra

Ciência, tecnologia e meio ambiente são as áreas de destaque no Futurando 6, exibido no dia 20 de outubro de 2012. O programa tenta antecipar como seria uma estação na lua e como os meteoritos caídos na Terra ajudam a entender o passado do planeta. Além de apresentar um método não poluente usado para identificar água contaminada, a nova edição divulga os melhores e piores serviços de aluguel de bicicleta na Europa.

Você sabia que é possível construir escolas e casas com materiais jogados no lixo? Assista ao programa para descobrir como funciona essa técnica sustentável. Todos os sábados, às 14 horas (horário de Brasília), pela Rede Minas. Repetição às terças-feiras, às 18 horas.

Cientistas norte-americanos examinam o Oceano Pacífico

Cientistas norte-americanos examinam o Oceano Pacífico

Morar na lua

A sexta edição do Futurando faz uma viagem à lua. A ideia de morar nesse satélite natural da Terra ainda é bem distante para a maioria das pessoas, mas cientistas já sonham em ocupar a área, pelo menos por um determinado espaço de tempo.

A meta de construir uma estação lunar é ambiciosa: pesquisadores querem que a base sirva de plataforma de lançamento para missões em outros planetas. Para que isso aconteça, no entanto, é preciso ainda trabalhar bastante aqui na Terra – ainda não se sabe como garantir o acesso à água e à energia, por exemplo. Pistas existem: já se sabe que a poeira lunar esconde os elementos que formam a água.

Uma viagem ao espaço

Um projeto na Guatemala constrói escolas com lixo

Um projeto na Guatemala constrói escolas com lixo

Alguns meteoritos que se chocaram com a Terra mudaram completamente a história do planeta. Um exemplo é o que extinguiu a vida dos dinossauros, segundo a teoria aceita pela ciência. Meteoritos são fragmentos de asteróides, cometas ou restos de planetas desintegrados.

No Futurando, você vai conhecer parte dessa trajetória, registrada no centro de pesquisa Marum, na Universidade de Bremen, na Alemanha. Lá existem mais de mil cilindros com amostras de solo do fundo do oceano. Esses pedaços, guardados sob uma temperatura de 4°C, contêm a história do planeta.

Se um meteorito com um diâmetro maior que dez quilômetros se chocasse com a Terra, as consequências seriam drásticas para o planeta, "a pior catástrofe que a humanidade enfrentaria", destaca o especialista ouvido na reportagem. Mas a probabilidade de que isso aconteça é pequena.

Contaminação da água por arsênio, um problema em países pobres

Contaminação da água por arsênio, um problema em países pobres

O lado bom e ruim do lixo

O mar como depósito de lixo, de recipientes plásticos a materiais tóxicos. Fica cada vez mais notável o aumento do lixo nos oceanos. Um problema que pode alterar a salinidade, a temperatura e a luminosidade do mar.

A situação coloca em risco não só equilíbrio da vida marinha, mas também a do homem, que busca no mar fontes de sustento. Você irá acompanhar uma expedição de cientistas norte-americanos que examina a situação no oceano Pacifico.

Mas o lixo também pode servir de matéria-prima e ajudar a construir casas. Pneus, garrafas e latas podem ter um fim mais sustentável. Um projeto na Guatemala constrói até mesmo escolas com esses resíduos. E as paredes suportam terremotos, fenômeno comum nesta região da América Central.

Outro problema ambiental com grave consequência para populações mais pobres é a contaminação da água. Em Bangladesh, país asiático, o arsênio torna imprópria para o consumo a água que abastece muitas comunidades.

O elemento químico é usado para conservar couro e madeira, mas coloca a saúde humana em risco. O Futurando mostra o trabalho de um grupo de pesquisadores que desenvolveu uma técnica para que as próprias comunidades identifiquem o arsênio na água. Em vez de testes em laboratório, sensores biológicos mostram rapidamente a presença desse elemento químico.

Assistir ao vídeo 26:07

Futurando 6

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