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Mundo

Os sete candidatos

A Organização do Tratado do Atlântico Norte possui 19 membros desde 1999, quando República Tcheca, Polônia e Hungria foram aceitas como primeiros representantes do antigo e inimigo Pacto de Varsóvia.

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Em azul, o território dos atuais integrantes da Otan

Dos dez países pré-candidatos, sete são cotados como favoritos para serem aceitos na aliança militar. Albânia, Macedônia e Croácia estão fora do páreo. Os aprovados devem ser oficializados como membros no início de 2004. Veja abaixo a situação em cada um dos prováveis novos integrantes da Otan.

Eslovênia: Esteve sempre entre os mais fortes candidatos devido a seus preparativos, entretanto há resistências na população e possivelmente a decisão final de sua adesão caberá a um referendo popular. Forças Armadas têm 9300 soldados.

Eslováquia: As chances de inclusão aumentaram bastante depois das eleições parlamentares de setembro, em que os eleitores rejeitaram o regime autoritário do ex-primeiro-ministro Vladimir Meciar. Tropas reúnem 35 mil soldados.

Lituânia, Letônia e Estônia: Os três países querem, através da entrada na Otan, garantir proteção militar contra qualquer plano da vizinha Rússia de lhes tomar de novo a independência. Por sua vez, a aliança está satisfeita com a cooperação promovida até agora com os países bálticos, inclusive com a formação de uma tropa comum de paz entre eles. Para atingir o padrão militar da Otan, o governo letão já se comprometeu a aumentar seus gastos no setor. Já o grande obstáculo à inclusão da Estônia era a resistência da vizinha Rússia. Após muitas negociações, Moscou recuou e a adesão pode acontecer agora sem provocar mal-estar nas relações com a ex-metrópole comunista. A Lituânia possui 10800 soldados, a Estônia, 5000 e a Letônia, 3500.

Romênia e Bulgária: Diante de suas localizações estratégicas, no Mar Negro, e com fronteiras a oeste com o fervente Bálcãs (Iugoslávia), os dois países interessam à própria Otan. No entanto, suas Forças Armadas ainda necessitam de modernização e seus serviços secretos, de reformas. A corrupção também chamusca as perspectivas de aprovação. Por outro lado, parte significativa da população, especialmente os búlgaros, não vê a aliança militar ocidental com bons olhos, inclusive devido aos bombardeios à Iugoslávia durante a guerra em Kosovo. Rejeitada pela Otan em 1999, a Romênia aposta em sua aprovação desta vez. A Romênia tem 170 mil soldados e a Bulgária, 75 mil.

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