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Esporte

"Os atacantes da seleção brasileira sobrecarregam a zaga"

Em entrevista à DW-WORLD, Juan explica a má fase do Leverkusen e rebate críticas de alemães e brasileiros.

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Juan responde a críticas da imprensa alemã

O mais novo "papai" da seleção brasileira espera também uma nova fase no clube que defende. Este é o atual espírito do zagueiro Juan, de 26 anos. Contando agora não somente com a companhia da esposa Monique, mas também com a do filho João Lucas, de 3 meses, em Leverkusen, o defensor do Bayer espera da família o apoio necessário para ajudar a espantar em definitivo a má fase da equipe.

Há três anos no Bayer, Juan saiu do Flamengo para compor o elenco de um clube cheio de estrelas mundiais, com tradição de importar jogadores do Brasil. Logo quando chegou à Alemanha, formou dupla de zaga com Lúcio, uma defesa reeditada pelo técnico Carlos Alberto Parreira em alguns compromissos da seleção brasileira em 2005.

Ele também teve a companhia de Zé Roberto e da grande estrela do futebol alemão, Michael Ballack, no melhor time do Bayer Leverkusen dos últimos anos. Hoje, Juan atua com Roque Júnior e Athirson em um time que enfrenta uma situação difícil no Campeonato Alemão, ocupando o meio da tabela, lutando para não chegar à zona de rebaixamento e com os três brasileiros sendo extremamente contestados pela imprensa.

Em entrevista exclusiva à DW-WORLD, o zagueiro fala do atual momento do Bayer Leverkusen, da seleção brasileira e rebate as críticas da imprensa alemã ao seu futebol

DW-WORLD – Como foi a sua chegada à Alemanha?

Juan – A recepção do clube foi ótima. É um time que tem tradição de contar com jogadores brasileiros no plantel. Eu cheguei quando o Lúcio e o Zé Roberto ainda estavam no time [hoje jogam no Bayern Munique]. A direção colocou à disposição dos jogadores brasileiros um grupo de profissionais para ajudar e orientar nos meses de adaptação. Eram pessoas que falavam português ou espanhol e conheciam os nossos gostos. Conseguimos ficar à vontade para trabalhar.

Formei com o Lúcio, que recém havia sido pentacamepeão, uma dupla de zaga que aos poucos foi conquistando a torcida e os dirigentes. Naquela época, também contávamos com outro pentacampeão no plantel, o Zé Roberto, e tínhamos o Ballack, que ainda é a grande estrela do futebol alemão. Tínhamos um grupo bem qualificado. O idioma ainda é um problema quando temos que discutir questões complexas. No dia-a-dia, com os companheiros de clube, com o treinador, já consigo me comunicar bem. Mas o contato com a imprensa fica prejudicado.

Foi surpreendente este início de temporada do Bayer, apontado como o pior dos últimos 22 anos?

Leverkusens brasilianischer Spieler Juan

Juan: 'Nós esperávamos a má fase'

Nós já esperávamos por isto. O time não começou bem porque houve uma mudança muito grande no plantel. A estrutura do time foi mexida. Vieram jogadores novos e outros que nunca jogaram na Primeira Divisão. Naturalmente, esses jogadores têm que mostrar mais para se firmar na equipe. Já no ano passado, o time apresentava sinais de problemas de elenco. O plantel deste ano é bom, mas ainda faltam peças de reposição. Diante desta dificuldade inicial, o time não se achou. Não conseguimos somar os pontos nos primeiros jogos.

Leia a seguir: O que trouxe a mudança de técnico no Bayer?

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