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Mundo

Oposição síria alcança acordo para unir forças contra Assad

Unificação da oposição síria ocorre após intensa pressão internacional e é imediatamente saudada por Estados Unidos, França, Reino Unido e Alemanha.

Após quatro dias de negociações em Doha, no Catar, os grupos de oposição da Síria chegaram, neste domingo (11/11), a um acordo para formar uma coalizão nacional, atendendo a uma exigência dos países ocidentais que os apoiam.

As forças que lutam contra o presidente Bashar al-Assad assinaram um acordo de 12 pontos para a formação de uma "coalizão nacional das forças da revolução síria e da oposição".

As principais restrições ao acordo vinham do Conselho Nacional Sírio (CNS), o maior grupo da oposição, que temia perder poder. Ao longo do final de semana, o CNS foi submetido a intensas pressões internacionais para aceitar uma unificação, sob o argumento de que esta é a forma mais eficaz de luta contra o regime de Assad.

O xeque Ahmad Maaz Al-Khatib [foto principal], um clérigo muçulmano de 52 anos, foi escolhido para liderar o novo grupo, tendo como vice-presidentes o dissidente Riad Seif e a oposicionista Suhair al-Atassi. Khatib é visto como independente por partidos islâmicos como a Irmandade Muçulmana.

Apoio internacional

Os Estados Unidos rapidamente declararam apoio à nova coalizão nacional. Também o Reino Unido e a França saudaram o acordo firmado em Doha.

O ministro alemão do Exterior, Guido Westerwelle, disse que a união da oposição síria é um passo importante e que merece ser saudado. "Temos que trabalhar juntos, com todas as nossas forças, para minimizar o sofrimento das pessoas na Síria e possibilitar uma solução pacífica para o conflito."

AFN/afp/rtr
Revisão: Alexandre Schossler

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