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Mundo

Oposição apóia política alemã para paz na Palestina

Somente ação conjunta de europeus, norte-americanos e russos consegue pressionar israelenses e palestinos de modo eficiente, diz documento da CDU/CSU.

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Edmund Stoiber (CSU), e Angela Merkel (CDU)

O presidente da União Social-Cristã (CSU) e candidato da oposição conservadora às eleições do novo Parlamento e do governo da Alemanha deste ano, Edmund Stoiber, e a presidente da União Democrata-Cristã (CDU), Angela Merkel, apoiam a política do governo para o Oriente Médio. Num documento de dez pontos sobre a crise na região, aprovado nesta sexta-feira 4), em Berlim, os dois partidos defendem a resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas e evitam apontar culpados unilateralmente.

Stoiber e Merkel distanciaram-se das críticas feitas pelo especialista em política externa da CDU/CSU, Karl Lamers, à posição supostamente pró-israelense do ministro das Relações Exteriores, Joschka Fischer. "A atual situação é insuportável para os dois lados. O presidente da Autoridade Nacional Palestina, Yassir Arafat, não cumpriu todas as suas obrigações. Por outro lado, a política do presidente de Israel, Ariel Sharon, não resultou em paz nem segurança. O conflito não poderá ser resolvido com terror e violência", diz o documento.

Plano saudita - Tanto o governo quanto a oposição na Alemanha são favoráveis à coexistência de dois países (Israel e um Estado palestino) na região, conforme foi proposto pelas Nações Unidas. CDU/CSU também concordam com a opinião de Fischer de que a iniciativa de paz da Arábia Saudita é "a base apropriada para as negociações". O plano saudita propõe o reconhecimento do Estado de Israel pelos países árabes em troca da retirada das tropas israelenses dos territórios ocupados.

"O sucesso da política alemã e européia para o Oriente Médio, no entanto, depende de uma ação conjunta com com a participação dos Estados Unidos e da Rússia. Somente assim é possível pressionar as partes em conflito de forma eficiente", conclui o documento da CDU/CSU.

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