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Mundo

ONU impõe embargo de armas para rebeldes no Iêmen

Resolução aprovada por 14 dos 15 membros do Conselho de Segurança pede fim da venda e transferência de armamentos aos líderes da milícia xiita houthi. Rússia, acusada de apoiar os rebeldes, se absteve da votação.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou nesta terça-feira (14/04) uma resolução que proíbe a venda e transferência de armas aos rebeldes houthis e exige a retirada da milícia das zonas conquistadas no Iêmen, inclusive da capital Sanaa.

As sanções determinam também o congelamento dos bens e a proibição de viagem do chefe da milícia, Abdul Malik al-Houthi, e de Ahmed Ali Abdallah Saleh, o filho mais velho do ex-presidente iemenita Ali Abdallah Saleh, que também apoia os xiitas. Na reunião, a ONU voltou a denunciar as centenas de mortes de civis no conflito.

A medida foi aprovada por 14 dos 15 membros do Conselho. A Rússia, que é aliada do Irã e acusada de apoiar a milícia xiita houthi, se absteve da votação.

A resolução, elaborada pelos países do Golfo e patrocinada pela Jordânia, pede a todas as partes envolvidas no conflito que acabem com a violência e retomem as negociações com a ONU com o objetivo de facilitar a transição política.

Na terça-feira mais cedo, Teerã havia proposto um plano de paz para o Iêmen. O Irã está disposto a conversar com a Arábia Saudita, que está conduzindo ataques aéreos contra os rebeldes houthis na tentativa de recuperar o controle do país para o presidente do Iêmen, Abd Rabbuh Mansur al-Hadi.

Os rebeldes houthis conquistaram partes do território iemenita desde que entraram na capital, Sanaa, em setembro de 2014, e forçaram o governo a fugir. O caos aumentou em 26 de março, quando a coligação liderada pela Arábia Saudita iniciou a ofensiva para travar o avanço das milícias xiitas depois que o presidente al-Hadi abandonou o Iêmen.

FC/ap/dpa/lusa/rtr

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