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Cultura

Oito alemães na Bienal de São Paulo

Diferentes gerações e tendências da produção artística da Alemanha estão presentes na mostra no Parque de Ibirapuera.

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Andreas Gursky, autor desta obra, é um dos alemães presentes na Bienal paulista

O mais idoso entre os artistas alemães presentes na XXV Bienal de São Paulo é Rupprecht Geiger, nascido em 1908. Ele representa a Alemanha na seção dedicada aos países. Formado em arquitetura, Geiger produz arte há mais de 50 anos, dedicando-se principalmente à interação entre pintura, superfícies de paredes e espaços. Trabalha de preferência com formas simples como o retângulo e o círculo, criando telas em que os formatos variados são determinados pelo efeito das cores.

Uma das cidades convidadas a se apresentar na seção 12 Metrópoles é Berlim, que compareceu com cinco artistas, com idades entre 35 e 50 anos. Frank Thiel mostra painéis fotográficos de obras na capital alemã; Franz Ackermann, trabalhos de pintura coloridos e abstratos que brincam com as perspectivas ópticas; Katharina Grosse executa pinturas sobre a parede; Michael Wesely fotografa a paisagem urbana da cidade usando uma câmera especial que permite uma longa exposição do filme; Olaf Metzel levou a São Paulo uma escultura-instalação com referências às manifestações de xenofobia na Alemanha.

As obras dos seis artistas já mencionados encontram-se no segundo piso. No terceiro piso podem ser vistos, nas Salas Especiais, os trabalhos fotográficos de Andreas Gursky, 47 anos, criador de imagens monumentais de espaços urbanos, e Thomas Ruff, 44, com uma série dedicada às construções do arquiteto Mies van der Rohe. (lk)

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