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Estudar na Alemanha

OCDE adverte para baixo número de formandos no ensino superior alemão

Alemanha se sai mal em estudo que compara a situação do ensino superior nas 30 principais nações industrializadas.

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Apresentação do estudo em Berlim

A Alemanha está formando muito poucos acadêmicos. Esta é uma das conclusões do estudo sobre a situação do ensino superior nas 30 principais nações industrializadas, apresentado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta terça-feira (12/09) em Berlim.

A porcentagem de estudantes que deixam as escolas superiores a cada ano com um diploma na mão aumentou de 19,3% para 20,6% entre os anos 2000 e 2004. Na maioria dos demais países da OCDE, no entanto, as médias foram de 27,5% e 34,8%, respectivamente. Somente a República Tcheca, Áustria e Turquia formam menos acadêmicos que a Alemanha na Europa.

Embora a tendência dos últimos anos mostre um aumento no número de universitários na Alemanha, o estudo adverte que a recuperação do déficit acontece de forma bem mais lenta do que nos demais países da organização.

Andreas Schleicher, perito em Educação da OCDE, lembrou que, devido ao baixo índice de natalidade no país, o país está ameaçado de no futuro não dispor de quantidade suficiente de mão-de-obra altamente qualificada.

Países como a Índia e a China, que reagiram rapidamente às exigências do mercado e implementaram mudanças em seu sistema de ensino, ameaçam superar o Ocidente em termos de mão-de-obra qualificada, afirmou Schleicher.

A OCDE critica ainda que a Alemanha destina relativamente poucos recursos à educação: 5,3% de seu Produto Interno Bruto, enquanto a média dos demais países industrializados é de 5,9%.

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