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Mundo

Obama promete que só enviará soldados a guerras se estritamente necessário

A promessa foi feita no discurso do Dia dos Veteranos, nos Estados Unidos. O adversário na campanha presidencial, Mitt Romney, tem opinião contrária.

Enviar tropas para uma batalha foi a decisão mais difícil que teve de tomar, disse Barack Obama, presidente dos Estados Unidos nesta segunda-feira (28/05) a veteranos e suas famílias no Dia Nacional dos Veteranos, no cemitério nacional de Arlington, na Virgínia. "Eu posso prometer para vocês que só farei isso quando for absolutamente necessário".

A difícil lição aprendida

Obama assinalou que os Estados Unidos aprenderam uma lição muito difícil na Guerra do Vietnã. A partir disso, ele decidiu que as tropas norte-americanas só são enviadas quando há uma missão clara e com pleno apoio da nação.

O presidente norte-americano não citou possíveis novos conflitos como com a Síria ou o Irã. Em vez disso, Obama falou principalmente sobre a guerra iniciada pelo seu antecessor, George W. Bush, a qual ele, como presidente, teria se esforçado por acabar.

"Após uma década sob as nuvens negras da guerra, podemos ver a luz de um novo dia no horizonte", disse referindo-se à retirada completa das tropas do Iraque e do acordo para a retirada dos soldados do Afeganistão, em 2014.

Memorial Day homenageia e lembra os soldados mortos e veteranos de guerra

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Romney aposta no poder militar dos EUA

Na opinião do candidato republicano à presidência, Mitt Romney, os EUA devem continuar a ser a maior potência militar do mundo. No Dia dos Veteranos, Romney disse que existem duas opções: escolher o "caminho europeu" e reduzir continuamente as Forças Armadas e investir em questões sociais. Ou admitir ser, indiscutivelmente, a maior potência militar do mundo.

Romney já venceu as primárias republicanas nos últimos meses e é considerado um forte adversário do democrata Obama nas eleições de novembro.

Mais de 4 mil norte-americanos perderam a vida no Iraque de 2003 a 2011 e quase 2 mil morreram no Afeganistão desde o começo da guerra, em 2001.

KR/rtr/dpa
Revisão: Roselaine Wandscheer

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