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Mundo

Obama demite chefe do fisco

Presidente dos EUA ordena a demissão do chefe do fisco, Steven Miller, após casos de excessivo controle sobre grupos da oposição conservadora virem à tona.

O presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou nesta quarta-feira (15/05) a demissão do chefe da administração fiscal (Internal Revenue Service (IRS), em inglês), comissário interino Steven Miller, após casos de excessivo controle sobre grupos da oposição conservadora, especialmente o movimento republicano Tea Party, virem à tona.

O escândalo sobre a metodologia de atuação do IRS, que dava uma "atenção especial" a grupos oposicionistas, irritou o presidente americano e causou mudanças na direção do órgão.

Segundo uma investigação interna, desde 2010 agentes fiscais filtravam pedidos de isenção fiscal de organizações sem fins lucrativos, buscando por palavras como "Tea Party" e "patriota".

Obama ordenou ao secretário do Tesouro, Jacob Lew, que exigisse a renúncia do chefe do fisco americano. "Eu farei tudo o que puder para assegurar que nada semelhante aconteça de novo", afirmou o presidente, na Casa Branca.

"Quem irá para a prisão?"

A oposição republicana criticou duramente o presidente. "Não quero saber quem vai renunciar. Quero saber quem vai para a cadeia", disse o porta-voz da Câmara dos Representantes, o líder republicano John Boehner. "Eu quero apenas a verdade", acrescentou.

O IRS admitiu controlar de forma mais intensa alguns grupos políticos que pleiteavam isenções fiscais como entidades sem fins lucrativos. Uma investigação interna mostra que essa prática começou em 2010 e durou ao menos 18 meses, atingindo grupos que tinham expressões como "Tea Party" ou "patriota" em seu nome.

Os grupos afetados sofreram atrasos significativos na análise dos seus pedidos, mas nenhum deles foi negado. O IRS sustenta que não houve motivação política na sua ação.

DTP/ap/dpa/rtr/afp

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