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Cultura

O quanto revelamos em um olhar, ou um sorriso?

Exposição "O rosto - em busca de pistas", em cartaz no Museu da Higiene de Dresden, investiga o quanto nossas expressões faciais nos definem e espelham nossas reais intenções.

Assistir ao vídeo 05:56

A exposição no Museu Alemão de Higiene mostra que a ideia de decifrar o rosto é muito antiga. Já no final do século 19, um francês tentou sistematizar a gama de expressões faciais através da estimulação elétrica dos músculos do rosto. O psicólogo Paul Ekman ampliou essa ideia e criou um catálogo com 10.000 expressões faciais para decodificar as emoções. Provavelmente, o rosto será a impressão digital do futuro. O acesso a computadores, celulares ou contas no banco só será possível através de identificação facial.

Em 2014, o termo "selfie" foi eleito Palavra do Ano na Alemanha, o que insuflou o debate sobre a enxurrada de imagens efêmeras no mundo digital. A exposição mostra que esse desejo de difundir nossa imagem não é novo. Um dos exemplos mais impressionantes vem do período em que a fotografia tinha acabado de nascer. O americano Frederick Douglas, após fugir da escravidão, teve a ideia de usar sua foto para divulgar ideais abolicionistas. E se tornou um dos homens mais fotografados dos Estados Unidos na época.