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Mundo

"Nunca foi tão perigoso ser repórter"

Da lista divulgada pela Repórteres sem Fronteiras constam os dois funcionários da Deutsche Welle mortos no Afeganistão em outubro de 2006, Karen Fischer e Christian Struwe.

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Karen Fischer no Afeganistão

"Nunca foi tão perigoso ser jornalista", declarou o diretor geral da Unesco, Koichiro Matsuura, nesta quinta-feira (03/05), relembrando os mais de 150 representantes da mídia internacional mortos em 2006.

Da lista divulgada pela organização Repórteres sem Fronteiras constam também os dois funcionários da Deutsche Welle mortos no Afeganistão em outubro do ano passado, Karen Fischer e Christian Struwe.

Ambos terão seus nomes gravados em pedra em Bayeux, na região francesa da Normandia. O monumento – único do gênero – foi iniciado em 7 de outubro de 2006, data do assassinato tanto os dois jornalistas da DW quanto da russa Ana Polikovskaia.

A inauguração oficial ocorreu em 2 de maio de 2007. A pedra em Bayeux homenageia mais de 2 mil jornalistas de todo o mundo, mortos desde 1944 por causa ou no exercício da profissão. (av)

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