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Mundo

Novos destroços são encontrados na ilha de Reunião

Autoridades malaias afirmam que fragmentos, incluindo janela, pertenciam a avião, sem confirmar se eram do voo MH370. Austrália afirma que se pode estar mais perto de resolver mistério da aeronave da Malaysia Airlines.

O ministro dos Transportes da Malásia, Liow Tiong Lai, informou nesta quinta-feira (06/08) que uma equipe de buscas coletou novos destroços na ilha francesa de Reunião, no Oceano Índico, incluindo uma janela de e assentos de avião. Ele afirmou, no entanto, que ainda não é possível confirmar que os itens pertenciam ao voo MH370 da Malaysia Airlines, desaparecido em março de 2014.

"Posso apenas assegurar que são destroços de um avião", afirmou Liow, acrescentando que "são muitos os itens coletados". Os fragmentos foram enviados a especialistas franceses para averiguação.

Segundo o ministro, a Malásia pediu às autoridades de regiões próximas, como as ilhas Maurício e Madagascar, que vasculhem suas praias em busca de novos destroços.

Na noite de quarta-feira, o primeiro-ministro malaio, Najib Razak, havia

confirmado que o destroço encontrado na semana passada na ilha de Reunião

, identificado como a peça chamada de flaperon de um Boeing 777, pertence à aeronave do voo MH370.

Após o anúncio de Razak, as autoridades australianas afirmaram que estão confiantes de que as buscas pelo voo MH370 estão sendo realizadas no local correto.

Mais próximos de resolver o mistério

A ministra australiana do Exterior, Julie Bishop, declarou que as autoridades do país envolvidas nas buscas continuarão seu trabalho. "Espero que essa descoberta [flaperon] nos permita finalmente encontrar o avião", afirmou.

O primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, afirmou que a peça encontrada "parece indicar que o avião caiu mais ou menos onde pensávamos, e sugere, pela primeira vez, que podemos estar um pouco mais próximos de resolver esse mistério".

Martin Dolan, comissário-chefe do Departamento Australiano de Segurança nos Transportes (ATSB, na sigla em inglês), se diz confiante de que o avião possa ser encontrado na área vasculhada pelas equipes de busca. Ele ressaltou, porém, que ainda é "muito cedo para dizer" o que aconteceu com a aeronave e que ainda são necessárias "análises detalhadas" do flaperon.

Dados de satélite indicam que o avião caiu no sul do Oceano Índico. Navios de busca já vasculharam mais de 50 mil quilômetros quadrados do fundo do oceano. Autoridades planejam ampliar a buscas para uma área de 120 mil quilômetros quadrados.

RC/afp/ap

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