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Mundo

Nova onda de refugiados a caminho da Itália

Equipes internacionais resgatam quase 3.500 refugiados que estavam à deriva ao largo da costa líbia. Britânicos esperam que, até o meio do ano, 0,5 milhão de pessoas tentem chegar à Europa pelo Mar Mediterrâneo.

Equipes da Alemanha, Itália e de outros países resgataram neste fim de semana aproximadamente 3.500 pessoas que estavam à deriva no Mar Mediterrâneo. No total, o navio das equipes de resgate teve que realizar 15 missões de salvamento ao largo da costa líbia.

As fragatas alemãs Hessen e Berlim também participaram das ações de resgate. De acordo com o Ministério da Defesa em Berlim, os navios puderam acomodar 1.411 pessoas provenientes de quatro barcos, inclusive 145 crianças. As fragatas alemãs haviam sido alertadas pela estação de monitoramento MRCC em Roma.

O navio de guerra britânico HMS Bulwark também participou da missão internacional. O capitão Nick Cooke-Priest disse a bordo: "Tudo indica que entre 450 mil e 500 mil migrantes de países da África do Norte estejam na costa da Líbia esperando chegar à Itália sobre do Mediterrâneo."

O ministro britânico da Defesa, Michael Fallon, instou a União Europeia a um maior combate às gangues de atravessadores. "Nós temos que tentar privá-los de sua base financeira", declarou o ministro. "Essas pessoas ganham dinheiro com a dor dos refugiados."

Futuramente, a União Europeia (UE) pretende combater o tráfico humano através de uma operação militar no Mediterrâneo. O plano de combater as gangues de atravessadores com uma missão no mar foi aprovado em maio pelos países-membros da UE.

Num primeiro estágio, navios e aviões de reconhecimento deverão coletar informações sobre as redes de tráfico. UE pretende conseguir um mandato da ONU e da Líbia autorizando ação militar contra os barcos de traficantes humanos que pode chegar até a sua destruição.

CA/dpa/ap/rtr/afp

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