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As eleições gerais na Alemanha estão marcadas para 24 de setembro de 2017, e as pesquisas de intenção de voto já indicam que, após três mandatos, o partido da chanceler federal Angela Merkel, União Democrata Cristã (CDU), e sua legenda "irmã" na Baviera, a União Social Cristã (CSU), devem se manter no governo em Berlim por mais quatro anos. Mas eles vão precisar de um parceiro de coalizão.

O Partido Social-Democrata (SPD) é a legenda mais antiga da Alemanha e atualmente a segunda mais forte, segundo as sondagens. Seu líder e candidato ao cargo de chanceler federal é Martin Schulz. Os social-democratas perderam apoio popular desde que decidiram formar uma coalizão de governo com o partido de Merkel. Se tivessem se aliado aos partidos A Esquerda e Verde no último pleito, eles teriam conseguido compor o governo em Berlim. Essa possibilidade ainda está em aberto para as próximas eleições gerais.

O partido Alternativa para a Alemanha (AfD), com discurso populista e anti-imigração, se afirma como terceira força política no país. Sua figura mais popular, a copresidente Frauke Petry, desistiu de concorrer à chefia do governo federal alemão após uma disputa interna de poder com outros líderes da legenda, Alice Weidel e Alexander Gauland.

O Partido Liberal Democrático (FDP) costumava ser um peso-pesado na política alemã, até a queda em 2013, quando ficou aquém do mínimo de 5% dos votos para integrar o parlamento alemão, o Bundestag. No entanto seu líder, o jovem e carismático Christian Lindner, pode conseguir trazer os liberais de volta ao poder.

Acompanhe a cobertura completa da DW Brasil para entender como funcionam as coalizões na Alemanha, como é eleito/a o/a chanceler federal, e o que o resultado da próxima eleição significará para o futuro da Alemanha, suas relações com a Europa e o resto do mundo.