1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages

Mundo

Nossos leitores e a guerra do Iraque

Os usuários da DW-WORLD continuam se manifestando com veemência contra a guerra dos Estados Unidos no Iraque. A seguir, alguns dos e-mails que nos foram enviados nos últimos dias. *

default

A mídia e a guerra - Quero parabenizar a Deutsche Welle por ser a única emissora de que tenho conhecimento a estar tratando o assunto da guerra com responsabilidade e, principalmente, com imparcialidade. Sinto-me gratificado em poder ouvir seus noticiários na TV e saber que nada de tendencioso está sendo veiculado. - Sergio Antunes

É perturbadora a imagem que se apresenta nesta guerra, de alto custo e tecnologicamente irreparável. A ficção dá lugar à realidade quando vemos pessoas reais convivendo neste cenário apocalíptico. E percebemos que a mentira está em cada notícia, em cada imagem projetada com a finalidade de que nós, espectadores forçados, aplaudamos os heróis com lindos uniformes, com equipamentos futuristas e armamentos só vistos em filmes de ficção (científica). Que a figura do soldado iraquiano sendo humilhado desapareça de nossa telinha, pois os direitos humanos são para os heróis! - Maria Celeste Gomes de Souza

As informações que recebemos aqui em Londres pela BBC e pelas outras emissoras norte-americanas (CNN e CIA) estão sendo filtradas e não condizem com a realidade do massacre que estão cometendo no Iraque. - Wagner Eduardo Krohling

Guerra predatória - Deveria ser de quem a riqueza do solo iraquiano? Talvez de quem matar mais pobres, assim como os espanhóis mataram para tirar ouro da América e como os ingleses mataram milhões na história para obter suas riquezas. - Ricardo F. V. Vaghi

Até quando a Europa vai assistir a esse teatro montado pelos americanos que, juntamente com os ingleses, vão roubando o planeta inteiro como se fossem donos absolutos de tudo? A economia deles não existe mais, já faliram há muito tempo, moralmente são o lixo da humanidade, têm apenas armas, ditas inteligentes, de destruição em massa. E o mundo inteiro financiando isso tudo, e se submetendo a seus caprichos... até quando? A Europa tem atualmente tecnologia em todos os campos, dispõe de dinheiro, credibilidade no mundo todo, e sobretudo moral e dignidade. A Alemanha tem que assumir o seu papel nessa história e liderar politicamente seu espaço na Europa assim como faz na indústria e comércio. - Roberto Klein

Embora Saddam não encarne a figura de um dirigente democrático, não há justificativa para uma intervenção no país, sem que este tenha de algum modo ameaçado outro. Realmente trata-se de uma agressão aos princípios do direito internacional e que só é possível entender se ela tiver o propósito de satisfazer interesses inconfessáveis de uma superpotência em relação a um país de Segundo ou Terceiro Mundo. Causa espécie a afirmação de que o Iraque possui armas de extermínio em massa de natureza bacteriológica, quando sabemos que foram os próprios EUA que abasteceram aquele país quando da guerra contra o Irã. - Fernando Nogueira

Isto não é guerra. É um roubo planejado e com mortes. - Pércio Augusto Mardini Farias

Choque cultural? – Talvez os ilhéus e os religiosos enclausurados possam falar em "choque de culturas" mas os alemães, que vivem no centro da Europa, e nós brasileiros e ianques, que residimos em países de imigrantes, não sabemos o que é isso. Onde há pouca intolerância maniqueísta e o racismo ostensivo é repudiado (no Brasil, racismo é crime), soa estranho falar em "choque cultural", a não ser por quem impõe arbitrariamente seus valores e sua cultura a todo o mundo, e não aceita as diferenças. Talvez esse "choque" não passe de um pretexto idiota do tipo "pureza racial", usado pelos nazistas, ou pretexto do seu autor para justificar a "guerra preventiva" do George Bush e seu fiel cãozinho Tony Blair. Os nossos bravos escritores Günter Grass e o Saramago têm toda razão. Sou contra o racismo e o complexo de superioridade infantil dos anglo-saxões e da corrupta elite alemã. Acredito que o mundo pode ser um lugar mais justo e menos cínico. - Jorge Luiz Simmer

Apelo à paz – Quero manifestar meu repúdio à ação dos EUA e da Inglaterra contra uma nação que – não bastasse a luta para sobreviver ao boicote – agora, acusada de possuir armas ilegais, vem tomada de assalto por um monstro econômico e militar, os Estados Unidos. E vêm os cowboys para encontrar as tais armas proibidas. Parece piada: "Olha aqui, não te disse?", dirão, após invadir ilegalmente aquele país. Quem eles pensam que nós, pessoas civilizadas, somos? Que deixem crescer os países oprimidos pelo jugo econômico deles, e nós teremos vários modelos de países desenvolvidos e belos. O que será feito depois? O tolo líder americano simplesmente irá devolver o petróleo ao povo do Iraque, com um novo governante imposto por ele? Claro que irá exaurir as últimas reservas do mundo, para abastecer o "sonho americano", pago com milhões de vidas humanas, com todo o ecossistema. Homens e mulheres que lutam por um mundo melhor e mais justo, irmanem-se nesse protesto! Esta é uma guerra que só está começando. Depois do Iraque, de quem será a vez? - Kleber Vanila

Quero parabenizar os jovens alemães pela demonstração de consciência e cidadania universal. Por outro lado, a melhor forma de dizer "não" ao terrorismo é demonstrar o nosso "não" à guerra, através de atitudes concretas, como as que estamos vendo em toda parte do mundo. – Cilene

Um homem patético: Bush. Alguns homens patéticos: os aliados (exceto aqueles que lutam contra qualquer guerra). Um país patético: EUA (exceto a parte contra qualquer guerra). Bush, assim como alguns americanos e outros puxa-sacos pelo mundo, se dizem "democratas", pregam a democracia, o poder que emana do povo, e pelo povo... Mas que poder do povo é este, que não é escutado?
Ou será que Bush e seus seguidores estão surdos, não escutam os clamores pelos quatros cantos do mundo, inclusive em seus próprios países, pedindo "paz, paz..."? Bush, você não é o imperador do mundo. - Marcelo G Torres

* A DW-WORLD se reserva o direito de selecionar e editar as mensagens publicadas, para facilitar a compreensão, e/ou reduzir o tamanho do texto. Correspondências que incitem à violência ou apelem a termos ofensivos não serão considerados para publicação. As opiniões apresentadas nesta página são de exclusiva responsabilidade dos autores das mensagens.

Leia mais