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Economia

Nobel de Economia para Hart e Holmström

Britânico e finlandês são laureados pela Real Academia de Ciências da Suécia por contribuições à teoria dos contratos. Economistas são professores da Universidade de Harvard e do MIT, nos EUA.

Nobel de Economia 2016: Oliver Hart e Bengt Holmström

Hart nasceu em Londres, e Holmström, em Helsinque

O Prêmio Nobel de Economia de 2016 foi concedido ao britânico Oliver Hart e ao finlandês Bengt Holmström, anunciou a Real Academia de Ciências da Suécia nesta segunda-feira (10/10). Ambos foram laureados por "suas contribuições à teoria dos contratos".

"As novas ferramentas teóricas criadas por Hart e Holmström são valiosas para entender contratos da vida real e instituições, assim como potenciais armadilhas na concepção de contratos", disse a Real Academia em Estocolmo. 

"[O trabalho deles] estabelece uma base intelectual para traçar políticas e para instituições em muitas áreas, da legislação sobre falências a constituições políticas", afirmou o júri.

Nascido no Reino Unido, Hart, de 68 anos, é professor de Economia na Universidade de Harvard, nos EUA. Holmström, de 67 anos, nasceu na Finlândia e é professor de Economia e Gestão no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

O prêmio de Economia é o único que não remonta ao testamento de Alfred Nobel. Denominado oficialmente Prêmio de Ciências Econômicas do Banco Real da Suécia em Memória de Alfred Nobel, foi criado em 1968 pelo Banco Central sueco para comemorar seu tricentenário e concedido pela primeira vez em 1969. As demais categorias são laureadas desde 1901.

Leia mais: a origem dos prêmios Nobel

Há uma tendência de conceder o Nobel de Economia a duplas e trios, mas no ano passado a regra foi quebrada, com a premiação do economista escocês naturalizado americano Angus Deaton, professor na Universidade de Princeton, nos EUA.

Deaton foi homenageado por três conquistas: desenvolver, ao lado do colega John Muellbauer, em 1980, um sistema para estimar a demanda por diferentes bens; estudar o vínculo entre consumo e renda nos anos 1990; e desenvolver um trabalho nas últimas décadas a fim de medir o padrão de vida e a pobreza nos países em desenvolvimento, com ajuda de pesquisas em domicílio.

As mulheres permanecem quase ausentes da lista do Nobel de Economia. Apenas uma mulher ganhou a distinção: a americana Elinor Ostrom, em 2009.

Assim como os demais prêmios, o Nobel de Economia será entregue no dia 10 de dezembro, aniversário da morte de Alfred Nobel, e tem o valor de 8 milhões de coroas suecas (930 mil dólares), a ser dividido entre os dois laureados.

LPF/afp/rtr/dpa/efe/lusa

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