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Cultura

No mix do sucesso

"A Forest", há várias semanas entre os singles mais vendidos na Alemanha, é um relançamento dos DJs Piet Blank e Jaspa Jones ─ ou Blank and Jones ─, com a participação de Robert Smith, vocalista do The Cure.

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Blank and Jones, mais bem-sucedidos DJs alemães

Em vez de se recostarem na cadeira para gozar o grande êxito de, nada mais, nada menos, 11 singles e quatro álbuns desde 1999, os DJs e produtores alemães Piet Blank e Jaspa Jones se embalaram na veia criativa e não param de lançar sucessos. Da mesma forma como no single produzido com a ícone Anne Clark, remixaram A Forest com outra superstrela: Robert Smith, vocalista do The Cure.

Desde seu lançamento, em agosto, não saem da parada de sucessos. Além da gravação em vinil, A Forest foi lançado em maxi CD (com as faixas Short Cut, Original Mix e Summer Sun) e em DVD, com um making of exclusivo das gravações e uma entrevista com Smith.

Carreira ─ Piet Blank, nascido em Frankfurt/Meno em 1971, mora atualmente em Colônia. A opção pela carreira musical aconteceu aos 16 anos, depois de comprar seu primeiro disco (Kim Wilde ─ Kids in Amerika).

Já para René Runge tudo começou de maneira diferente. Nascido em 1968, em Mönchengladbach, agora reside em Düsseldorf. No mundo musical, só é conhecido pelo nome artístico, Jaspa Jones, pois trabalha como disc-jóquei desde os 19 anos de idade. Outro elemento importante no grupo é o coloniano "mágico do som" Andy Kaufhold (de 1969).

Incansáveis na produção, seja de originais ou mixagens, os dois alemães não só são os DJs mais conhecidos e influentes do país, como também os de maior êxito comercial.

Suas aparições dão-se não só em shows, clubes e danceterias, mas também em eventos abertos, como a festa tecno Love Parade, em Berlim. Piet também apresenta programas em canais especializados em música.

Sucessos ─ O primeiro álbum da dupla, depois da produção de uma série de singles, foi In da Mix, em 1999, aliás, sucesso absoluto, como esperado. Só que a obra acaba não sendo uma coletânea de remixagens, como sugere o título, e sim um álbum completamente novo, com seu forte em músicas dance, club e trance. Uma característica de Blank and Jones é que grande parte de seus títulos começa com uma voz feminina.

Depois disso, vieram DJ Culture, no ano 2000, Nightclubbing, em 2001, Substance, no ano seguinte, com "ritmos fascinantes e beats e percussions variados", elogia o site Laut.de, que foi mais crítico para o álbum seguinte da dupla, Relax, lançado em abril deste ano.

"As trilhas se fundem tanto que dão a impressão de todo o CD ser uma música só. Não fossem as participações de Pet Shop Boys, Claudia Brucken e Sarah McLachlan quebrarem a monotonia, a gente pegaria no sono logo de cara", escreve o impiedoso comentarista do site de música.

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