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Copa do Mundo

Na semi, Alemanha e Itália fazem maior clássico da Copa 2006

Grandes potências do futebol mundial colocam seis títulos em campo e, por vaga na final, são protagonistas do maior jogo que o evento poderia organizar.

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Klinsmann quer aproveitar o foco

Com o recordista de títulos Brasil fora da Copa do Mundo, Alemanha e Itália fazem o maior clássico do evento a partir das 21 horas (16h de Brasília) desta terça-feira (4/7), em Dortmund, por uma vaga na sonhada decisão.

O vencedor enfrenta no dia 9, em Berlim, Portugal ou França, que se desafiam na outra semifinal, na quarta-feira, em Munique. Mas a partida no imponente estádio de Dortmund é o ponto inicial para que um dos dois únicos tricampeões mundiais se aproxime das cinco estrelas brasileiras.

Pelo seu lado, a Alemanha precisará quebrar a marca história de nunca ter vencido o adversário em Copas. Eles se enfrentaram na primeira fase no Chile, em 1962 (0 a 0), na semifinal no México, em 1970 (4 a 3 para a Itália), na segunda fase na Argentina, em 1978 (0 a 0) e na final na Espanha, em 1982 (3 a 1 para a Itália).

Os anfitriões não estavam na lista dos favoritos antes do torneio, mas cresceram com apresentações surpreendentes, e eliminaram a badalada Argentina, nos pênaltis, nas quartas-de-final.

WM 2006 Viertelfinale Italien Ukraine Luca Toni

Atacante tenta quebrar escrita

Para dar um novo passo adiante, os alemães apostam no excelente retrospecto de jogos em Dortmund, e no apoio da fanática torcida local. A seleção da casa jamais foi derrotada em 71 anos jogando neste estádio. Foram 13 vitórias e apenas um empate em 14 partidas.

"Não há dúvidas de que o torcedor será o 12º jogador. A torcida em Dortmund é um fenômeno e vai nos ajudar mais uma vez", espera o meia Tim Borowski. Foi lá, por exemplo, que a equipe de Jürgen Klinsmann fez 1 a 0 na Polônia na fase de grupos, em um jogo extremamente emocionante.

O otimismo do treinador transmitido aos atletas é a outra arma da equipe. "Eu acredito, sinceramente, que a evolução que tivemos nas últimas seis semanas é suficiente para vencermos os próximos dois jogos e sermos campeões do mundo", afirmou o comandante.

"Uma clássica semifinal deste nível é algo especial para nós. Mas, se jogarmos o que sabemos, podemos vencê-los. Entraremos no jogo com a certeza de que podemos vencer", emendou.

Ele não contará com o volante Torsten Frings, suspenso pela Fifa por ter se envolvido em um tumulto em campo após a partida contra a Argentina. Kehl deve ser o substituto. Borowski é outra opção.

De novo?

As lembranças da goleada de 4 a 1 aplicada sobre os alemães em um amistoso em março deste ano, em Florença, ainda surgem na mente dos italianos, mas eles fazem questão de dizer que a história agora será outra.

"Isso foi um amisto na nossa casa, e agora trata-se de uma semifinal de Copa do Mundo na Alemanha. Eles cresceram muito, estão bem e querem vencer. Assim como nós. Não será fácil para ninguém", projetou o lateral direito Zambrotta.

O maior problema dos italianos é a provável ausência do beque Nesta, que ainda se recupera de uma lesão sofrida na primeira fase. Materazzi, depois de cumprir suspensão, deve voltar à defesa que levou apenas um gol nos cinco jogos que disputou até agora neste Mundial.

ALEMANHA x ITÁLIA

Data: 4/7/2006 (Terça-feira)

Local: Westfalenstadion, em Dortmnund

Horário: 21h (16h de Brasília)

Árbitro: Benito Archundia (México)

Auxiliares: Jose Ramírez (México) e Hector Vergara (Canadá)

Alemanha

Lehmann; Friedrich, Mertesacker, Metzelder e Lahm; Kehl (Borowski), Schneider, Ballack e Schweinsteiger; Podolski e Klose

Técnico: Jürgen Klinsmann

Itália

Buffon; Zambrotta, Materazzi, Cannavaro e Grosso; Gattuso, Pirlo, Perrotta e Totti; Gilardino e Toni

Técnico: Marcello Lippi

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