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Brasil

+++ Movimentos anti-Dilma voltam às ruas no Brasil +++

Menos de duas semanas após pedido de destituição contra Dilma Rousseff ter sido aceito na Câmara, críticos ao governo testam força do ato. Vistos como termômetro para possível impeachment, protestos têm pouco movimento.

Transmissão encerrada

Em manifestações esvaziadas, organizadores saem satisfeitos apesar da baixa adesão popular nos protestos pró-impeachment contra a presidente Dilma Roussef. Em quarta manifestação do ano, São Paulo voltou a juntar o maior número de pessoas, mas ficou longe da multidão aglomerada em agosto.

Segundo a Polícia Militar, a avenida Paulista recebeu, neste domingo (13/12), 30 mil pessoas. O instituto Datafolha fala em 40.300 mil e os organizadores variam entre 50 e 500 mil.

No geral, as principais capitais brasileiras - São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, entre outras - não tiveram nem um quarto do número de pessoas que foram às ruas nos protestos de agosto, os maiores até então.

As manifestações ocorreram em 20 estados, em cerca de 60 cidades. Elas transcorreram de forma pacífica, com pequenas confusões e algumas detenções sem gravidade.

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19:40 - A Polícia Militar de São Paulo divulgou sua estimativa para os protestos na avenida Paulista: 30 mil pessoas. Além disso, a PM afirmou que em todo o estado paulista, 36.500 pessoas foram às ruas.

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18:38 - O Instituto Datafolha divulgou que o protesto em São Paulo reuniu 40.300 manifestantes.

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No Rio de Janeiro, além da avenida Atlântica, manifestantes também se reuniram em Copacabana.

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18:02 - Em São Paulo, organizadores de movimentos pró-impeachment pedem por vaia coletiva à presidente Dilma Rousseff que faz aniversário na segunda-feira (14/12). Além disso, eles divulgaram o número de telefone do gabinete da presidente.

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17:48 - Novamente cidade que concentrou maior número de participantes, São Paulo tem estimativas divulgadas pelos principais movimentos presentes na avenida Paulista.

Endireita Brasil: 50 mil
Movimento Brasil Livre (MLB): 80 mil
Vem Pra Rua: de 100 mil a 150 mil.
Revoltados Online: 500 mil

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Avenida Paulista, na altura do Museu de Arte de São Paulo, o Masp.

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17:39 - O Movimento Brasil Livre também culpou o curto tempo de preparação pela baixa participação popular nas manifestações. "Tivemos só oito dias de divulgação. Esperava que fosse ter um quinto do tamanho", afirmou o líder do MBL, Renan Santos, à Folha de S. Paulo. Ele afirmou que o balanço é um "sucesso", mesmo acreditando que a imprensa irá publicar que o movimento perdeu força.

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17:31 - A Polícia Militar de São Paulo, que anteriormente havia afirmando que não iria divulgar uma estimativa, comunicou que deve informar um balanço de manifestantes na capital paulista dentro de uma hora.

A corporação comunicou também que os protestos transcorreram de forma pacífica, com apenas uma detenção: uma mulher foi levada a uma delegacia por ter tirado a blusa.

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17:26 - Líder do movimento Vem Pra Rua, Rogério Chequer, assim como organizadores do protesto em Brasília, admitiu que o número de participantes em São Paulo foi bastante abaixo dos outros três protestos realizados neste ano.

"Acredito que tinham 100 mil pessoas. Tivemos menos tempo de mobilização. Não significa esvaziamento da bandeira junto à população", disse, em entrevista ao Globo.

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17:05 - Os protestos em São Paulo e Rio de Janeiro já começam a se dispersar.

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16:57 - O senador José Serra discursou na avenida Paulista e afirmou que somente uma mobilização popular "vai tirar o país desta situação". "Perdemos 1,2 milhão de empregos este ano e vamos perder 1,8 milhão no próximo ano", profetizou.

O senador evitou falar sobre a participação do PSDB em um eventual governo do vice-presidente Michel Temer. "Agora é hora de falar de impeachment, depois falamos de governos."

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16:40 - Assim como a baixa participação popular nas manifestações, a repercussão nas redes sociais também foi bastante aquém das registradas em protestos anteriores.

Enquanto os organizadores dos movimentos pró-impeachment da Dilma culparam o pouco tempo para organizar os eventos e o forte calor, aqueles que defendem o governo petista aproveitaram para traçar paralelos entre as manifestações e a ditadura militar. Pois foi em 13 de dezembro de 1968 que o Ato Institucional Nº 5, chamado de AI-5, foi instituído.

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16:30 - Em São Paulo:

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16:23 - Em São Paulo, Polícia Militar afirma que não divulgará estimativa de público na avenida Paulista. A PM não justificou a medida.

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16:21 - A Polícia Militar de Curitiba atualiza para 10 mil o número de participantes do protesto na capital paranaense.

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16:15 - Em Florianópolis, manifestantes adaptaram a canção "Pra não dizer que não falei das flores", de Geraldo Vandré. Os versos foram substituídos por "desviando e roubando e extorquindo a nação" e "Dilma vai embora o povo não quer mais você".

Em São Paulo, um líder do grupo Vem Pra Rua puxou um coro pedindo a saída de Dilma: "Pé na bunda dela, porque o Brasil não é a Venezuela".

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16:08 - Ao todo, 19 estados registram manifestações pró-impeachment. Até agora as estimativas mais altas do número de participantes nas marchas pertencem às capitais estaduais Curitiba (7 mil), Brasília (6 mil), Maceió (1,5 mil) e Belém (1,2 mil). As estimativas são das respecitvas corporações da Polícia Militar.

São Paulo e Rio de Janeiro não tiveram números divulgados ainda.

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16:03 - Em discurso na avenida Paulista, Hélio Bicudo - fundador do PT e um dos autores do pedido de impeachment aceito por Eduardo Cunha - acusou os petistas de terem "devastado o país em nome de uma causa espúria".

Ele disse que o Brasil não pertence ao PT, a Dilma Rousseff e a Lula, mas "a um povo que quer democracia verdadeira e não um arremedo que o PT quer impor".

Bicudo afirmou ainda que a democracia será alcançada pela Constituição, e que as manobras contábeis da presidente, apelidadas de "pedaladas fiscais", são motivo para afastamento.

"O povo exige que os parlamentares cumpram o seu dever e façam cumprir a Constituição, afastando a presidente. Nossos corações transbordam com o sentimento de justiça, e na boca do povo há uma só palavra: impeachment".

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15:57 - Em São Paulo, os manifestantes demonstraram não apenas o decontentamento com Dilma e Lula, mas também pediram pela saída do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, denunciado na Operação Lava Jato por corrupção e lavagem de dinheiro.

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15:51 - Durante os últimos dias, o ex-presidente Lula afirmou, em Berlim, que Dilma

não sofrerá impeachment

. Ao que tudo indica, a presidente possui

votos suficientes na Câmara

que impediriam sua destituição do cargo.

A instabilidade política, com

aliados do governo sendo presos

, com o vice-presidente, Michel Temer,

rompendo publicamente

com Dilma, com

manobras no Supremo Tribunal Federal

após outra anterior na Câmara dos Deputados, deve

afetar ainda mais uma economia brasileira

que já está em recessão.

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15:44 - Em São Paulo, diversas aglomerações se confundem e rivalizam na avenida Paulista. Além do movimento pedindo pelo impeachment da presidente Dilma, a Fiesp realiza ato contra impostos. Há ainda encontro de fãs de Harry Potter e adeptos do fisiculturismo, que chegaram a gritas: "ei, ei, ei, abaixo o preço do whey", em alusão ao nome do suplemento de proteína.

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15:37 - Em Curitiba, manifestantes levaram cartazes e faixas de apoio ao juiz Sérgio Moro, responsável pelas ações da Operação Lava Jato da Polícia Federal. Além disso, assim como em outras capitais brasileiras, houve protestos contra o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Edson Fachin, que suspendeu o andamento do processo de impeachment contra Dilma.

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15:32 - Em Brasília, organizadores da marcha anti-Dilma se mostraram descontentes com a baixa participação popular. Os protestos na capital federal se concentraram em dois locais: Museu da República e em frente ao Congresso Nacional.

Além de bonecos infláveis, os manifestantes queimaram caixões com imagens da presidente Dilma e do ex-chefe de governo Lula e bandeiras do PT. O público não passou de 6 mil pessoas, segundo estimativa policial.

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15:23 - No Recife, manifestação durou cerca de duas horas e meia e reuniu aproximadamente 7 mil pessoas, segundo estimativas da Polícia Militar e dos organizadores.

Em Belo Horizonte, as manifestações se encerraram na praça da Liberdade. Houve pequeno tumulto quando um homem tentou furar um boneco inflável do ex-presidente Lula, apelidado de Pixuleco. Segundo a PM, o protesto reuniu aproximadamente 3 mil pessoas. Organziadores falam em 6 mil.

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15:15 - Em São Paulo, na avenida Paulista, representantes da Federação das Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp) distribuíram balões e panfletos com o símbolo da campanha contrária à volta da CPMF: um pato amarelo.

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15:04 - Nos diversos locais de protestos, a maioria dos manifestantes vestia camisetas com as cores do Brasil, usavam máscaras com os rostos de Dilma e do ex-presidente Lula desfigurados e cantaram o Hino Nacional às 13:13h, em referência ao número eleitoral do PT.

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14:59 - Até o momento, manifestações contra o governo de Dilma ocorrem em 10 estados e no Distrito Federal. Os números de participantes dos protestos é bastante baixo comparado aos atos anteriores em 2015.

Em Brasília, a manifestação (que durou três horas e já está encerrada) reuniu 6 mil pessoa, segundo a Polícia Militar. Organziadores falam em 30 mil.

Única capital que teve uma estimativa divulgada que bateu a marca de mil participantes, até então, foi Belém. De acordo com a PM, 1.200 pessoas estiveram nas ruas. Organizadores falam em 6 mil.

Destaque para as cidades de Ribeirão Preto (SP), que levou 2,5 mil pessoas, e as mineiras de Uberlândia e Juiz de Fora, que contabilizaram 2 mil manifestantes.

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14:36 - Após as detenções do líder no Senado do Partido dos Trabalhadores,

Delcídio do Amaral

, e do banqueiro Andrés Esteves (ambos deflagrados na Operação Lava Jato da Polícia Federal), além da

admissão do pedido de impeachment

por parte do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, os movimentos anti-Dilma - Movimento Brasil Livre, Vem Pra Rua, Revoltados Online, entre outros - convocaram para este domingo (13/12) novos protestos contra o governo da presidente Dilma Rousseff.

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